sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Bom Ano Novo!

Na despedida de 2011 e das "memórias do turismo", recuamos até ao início deste milénio quando o Algarve o recebeu com o maior espetáculo piro-musical até então realizado na região.
Está certamente na memória de muitos o espetáculo concebido pelo francês Yves Pépin que decorreu na Marina de Vilamoura na passagem de ano 2000-2001, lançando fogo de artifício a uma altitude superior a 1 km. O evento contou com a participação da caravela Boa Esperança e atraiu milhares de pessoas ao local.

Fica por aqui uma imagem que o recorda e os nossos votos de um Bom Ano Novo de 2012…


Entretanto, não se esqueçam do nosso convite para começarmos logo…logo a ir à praia!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

É sempre tempo de Algarve!

Anos 1970




Quase a terminar esta longa série de “memórias do turismo do Algarve”, escolhemos deixar aqui hoje uma amostra de anúncios publicitários e slogans utilizados por este organismo ao longo da sua existência.
Desde o “É sempre tempo de Algarve!” dos anos 1970 até ao “Segredo mais famoso da Europa” que hoje se apregoa, o Turismo do Algarve publicita-se assim:

Anos 1970



Anos 1980
Anos 1990



Anos 1990



Anos 2000


Anos 2000


2010-2011

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

«As 1001 praias do Algarve»

Não chegam a 1001. Mas são mais de 100, com certeza. As suas características variam: há com rochas, enseadas, falésias e grutas. E há também as simplesmente amplas, à medida do mundo inteiro. Sabem do que falamos? *



* Estarão a partir de janeiro no blogue do Turismo do Algarve.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Vilamoura

Anúncio publicitário de Vilamoura, 1976

Em 1965, o Grupo Cupertino de Miranda e o BPA criam a empresa Lusotur com o propósito de urbanizar propriedades com fins turísticos, nomeadamente a quinta do Morgado de Quarteira que se haveria de transformar no complexo urbano-turístico de Vilamoura.
No quadro de forte desenvolvimento turístico internacional que então se iniciava, a Lusotur pretendia criar o mais completo e maior empreendimento turístico do país, com elevada qualidade, a nível europeu.

Anúncio publicitário de Vilamoura, 1968


O Plano Geral de Urbanização de Vilamoura abrangia inicialmente 1631 hectares, 1053 dos quais destinados a utilização turística. A par das 50 000 camas que então previa, incluía uma vasta gama de serviços de natureza hoteleira, social e desportiva. Das estruturas que iriam nascer e formar esta “nova cidade” salientam-se as que eram mais inovadoras: a marina, os campos de golfe, o casino, os lagos e as zonas verdes.
O plano de desenvolvimento inicial de Vilamoura foi evoluindo e foi-se adaptando aos novos tempos.

Página de uma brochura promocional de Vilamoura, anos 1970



Vilamoura, anos 1970


Vilamoura, anos 1970


Em dezembro de 1995 dá-se novo marco na evolução de Vilamoura com a aquisição da Lusotur pelo Grupo André Jordan. Para além da revitalização do empreendimento dá-se o lançamento da segunda fase do projeto conhecida como Vilamoura XXI. Esta fase quase duplica a área total de Vilamoura tornando-a no maior complexo residencial e turístico de baixa densidade da Europa.

Atualmente é a empresa Lusort que detém o complexo, sendo igualmente responsável pela gestão da Marina de Vilamoura que conta com cerca de 825 postos de amarração. O novo projeto da Lusort para Vilamoura é a “cidade lacustre”, uma área de lagos e canais navegáveis que pretende torná-la também numa referência turística a nível europeu.


Projeto "Cidade Lacustre" de Vilamoura. Imagem do site da Lusort

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Festivais do Algarve

Cartaz do I Salão de Arte do Algarve, com a imagem oficial que promoveu os diversos eventos incluídos nos Festivais do Algarve de 1968


A animação turística do Algarve tem sido uma preocupação constante dos organismos responsáveis pelo setor. Nestas “memórias do turismo” invocamos hoje os “Festivais do Algarve”, um programa promovido em 1968, com a vontade expressa dos organizadores de contribuir para uma cada vez maior projeção do Algarve no mundo.

Realizados pelo Gabinete de Desenvolvimento Turístico do Algarve, os Festivais incluíram nesse ano, a Festa do 1º de maio em Alte, as Festas dos Santos Populares de Olhão, espetáculos de folclore nacional e internacional, o I Salão de Arte do Algarve realizado em Faro, um concurso fotográfico, o II Concurso Internacional de Pesca Desportiva, disputado em Sagres e a I Exposição Nacional Canina do Algarve.



Catálogo da exposição do Concurso Fotográfico que encerrou os Festivais do Algarve de 1968

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Boas Festas!

Clique aqui para ver animação do postal


O blog Turismo do Algarve deseja aos seus leitores um Feliz Natal e, como anda em maré de “memórias”, aproveita para recordar alguns postais de Boas Festas que nas últimas décadas serviram este mesmo propósito.







quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

«As 1001 praias do Algarve»

Praia da Marinha (Lagoa), eleita uma das «100 mais belas praias do mundo» pelos guias Michelin (foto Luís da Cruz)


Quem não viveu já uma história maravilhosa numa praia do Algarve? Não é de estranhar, pois algumas das mais bonitas e acolhedoras praias do mundo estão aqui! E por isso todos os anos milhares de turistas as procuram.

Entre paisagens de cortar a respiração, com extensos areais ou arribas altíssimas, rochedos cor de barro e um mar azul, as praias algarvias estendem-se ao longo de cerca de 200 quilómetros de costa e são a escolha ideal para umas férias revigorantes.

Este é o maior património natural da região e, para ajudar a preservá-lo, o Turismo do Algarve vai dedicar-lhe em 2012 uma nova iniciativa neste blogue com o sugestivo lema «As 1001 praias do Algarve».

Todos os dias apresentaremos uma praia, percorrendo a costa algarvia do sotavento ao barlavento, sem esquecer a costa Vicentina ou a ria Formosa.

Mas vocês também podem participar! Basta enviarem as fotografias ou histórias da vossa praia preferida para o e-mail blog@turismodoalgarve.pt e no final de cada semana divulgaremos as melhores participações no blogue e nas nossas redes sociais oficiais.

A iniciativa decorrerá em linha de janeiro a abril e insere-se no âmbito da eleição das «7 Maravilhas – Praias de Portugal®», passatempo que vai eleger as melhores praias do país em diversas categorias, incluindo praias urbanas, selvagens, de arribas, dunas ou uso desportivo.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Hoje, Centenário do Turismo exibe filmes sobre o Algarve

Imagem do filme "Algarve encantado"(1938), retirada do livro "Filmando a Luz" editado em 2007 pela Algarve Film Commission

A Cinemateca Portuguesa (Lisboa) exibe hoje, às 19h30, na Sala Luis de Pina, três filmes sobre o Algarve. Trata-se de uma sessão integrada no programa do Centenário do Turismo que não podíamos deixar de destacar nas "memórias do turismo do Algarve". Quem puder... não perca.

Imagem do filme "Algarve encantado"(1938), retirada do livro "Filmando a Luz" editado em 2007 pela Algarve Film Commission


A série “Imagens de Portugal” prossegue, nesta quarta-feira, com a última sessão de dezembro, composta exclusivamente por filmes sobre a região do Algarve.
Durante o Estado Novo, as regiões tiveram um peso importante na organização administrativa do país e na retórica salazarista. Muitos filmes procuraram sintetizar as características “essenciais” de cada região e seria possível organizar várias sessões para quase todas elas. Esta sessão vale como “estudo de caso” e mostra como a representação cinematográfica de uma região se fez quase sempre através da acumulação de estereótipos: neste caso, o Algarve das mouras encantadas, das amendoeiras em flor e do turismo de massas.

ALGARVE ENCANTADO
de Armando de Miranda
Portugal, 1938 / 15 min

ALGARVE
de Faria de Almeida
Portugal, 1972 / 12 min, cor


ALBUFEIRA
de António de Macedo
Portugal, 1968 / 28 min, cor


Duração total da sessão: 55 min
Sessão apresentada pelo geógrafo José Manuel Simões.

Algarve: estância de inverno

Típicas chaminés algarvias, Quarteira, 1932

Com a chegada do inverno, queremos recordar aqui que, turisticamente, o Algarve começou por ser divulgado como estância para se desfrutar nesta época do ano. As publicações que nas décadas de 1930 e 1940 publicitavam este destino turístico faziam-no sobretudo com referências à amenidade do clima, à floração da amendoeira e a ao seu tipicismo.

Ilustração de Roberto Nobre na contracapa do "Guia-Album do Algarve: Sotavento", 1932


Do “Guia-Album do Algarve: Sotavento”, de 1932, edição compilada por Mário Lyster Franco, com fotografias de Zambrano Gomez e ilustrações de Roberto Nobre, retiramos alguns excertos das indicações úteis que então eram dadas aos turistas:

“A melhor época para visitar o Algarve é o inverno. É a estação em que florescem as amendoeiras (de 15 de Janeiro a 15 de Fevereiro), em que ele vive o «momento Lausperenne», o seu verdadeiro momento musical. De resto, o Algarve é, sobretudo, uma grande estação de inverno, período em que a média térmica de Faro e Lagos é de 12º e 11º respectivamente, uma e outra superiores à que apresentam Nice ( 8º), Biarritz (8º) e outros centros afamados (…). São estas as condições verdadeiramente privilegiadas que o Algarve oferece para o desenvolvimento do turismo.”

Amendoeiras em flor, São Brás de Alportel, 1932


“Servido por magníficas estradas, em grande parte alcatroadas, resguardadas nos sítios mais perigosos e dotadas do relevé apropriado, se excluirmos Alcoutim, Odeleite e S. marcos da Serra, todas as outras povoações possuem fácil acesso por via ordinária e estão na grande maioria ligadas por carreiras constantes de camionetas, não sendo também para desprezar em quasi todas, as facilidades de comunicação que o caminho de ferro lhes oferece.”


Estrada Faro-Olhão, 1932


“O Algarve tem ainda, disseminados por si, 5 ou 6 hotéis que permitem um aceitável passadio, restaurants que não envergonham e pensões sofríveis nalgumas localidades, garages de recolha de automóveis nas principais povoações (…). E tem sobretudo muita coisa digna de ser vista (…)”.



Ilustração de Roberto Nobre, 1932

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

"O Algarve visto pelas crianças"



Sabemos o quanto é crítica a influência das crianças na escolha que os seus pais possam fazer de destinos de férias. Os mais recentes estudos de marketing turístico demonstram isso mesmo e o Algarve, destino turístico ideal para famílias, não descura essa vertente, tendo até, em 2000, criado as mascotes Al & Tibi com o propósito de cativar este jovem público.


Postal de Natal das mascotes do Turismo do Algarve enviado aos membros do Clube Al&Tibi, anos 2000


As “memórias do turismo” vão hoje um pouco mais atrás no tempo, para recordar que já nos anos 1970 as crianças eram alvo de ações de sensibilização para o turismo e de divulgação do Algarve.
Fica aqui o registo do concurso “O Algarve visto pelas crianças” que começou por ser organizado pelo Serviço de Festivais da Secretaria de Estado de Informação e Turismo e passou depois a sê-lo pela Comissão Regional de Turismo do Algarve.

Na festa de entrega de prémios do concurso "O Algarve visto pelas crianças", com o presidente da CRTA Pearce de Azevedo, anos 1970


Festa de entrega de prémios - Concurso "O Algarve visto pelas crianças", anos 1970



Aspeto da exposição dos trabalhos participantes no concurso "O Algarve visto pelas crianças", anos 1970

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Aqui nasceu o "Trovante"

Que o Algarve é uma região inspiradora já o sabemos e, nestas “memórias do turismo”, já tivemos a oportunidade de contar como inspirou músicas de grandes bandas: dos Beatles aos Barclay James Harvest.

Hoje recordamos como é que o Algarve viu nascer a já mítica banda portuguesa “Trovante”. Fazemo-lo através das palavras de Luís Represas, tal como ele as ofereceu ao Turismo do Algarve no livro “Algarve, 40 anos, 40 olhares”.


Luis Represas com os seus amigos, em Sagres, anos 1970


“Tenho com o Algarve uma relação no mínimo curiosa. Até aos meus dezanove anos as viagens ao Algarve contavam-se por um dedo de uma mão. Em 72 uma expedição espeleológica tinha-me levado a Estombar e à Mexilhoeira da Carregação.
Ficava longe esse Algarve. Longe demais para quem tinha a sua base de férias, os tais quatro meses de praia, na maravilhosa Costa da Caparica de então.
Volta não volta, chegavam-me notícias desse distante território através dos poucos colegas que frequentavam o Sul de Portugal. Notícias de águas quentes e cristalinas, falésias que mergulhavam no mar abrindo bocarras profundas de luz mágica e irreal.
Em 76 lá fui País abaixo, arrastado pelos amigos e pela paixão. Era então Sagres o destino. Poucos eram os que lá arribavam. Os nativos, os veraneantes que havia anos tinham adoptado a Ponta como segunda casa, e os “pés descalços”, fossem eles alemães, holandeses, ingleses ou portugueses, que de tenda e mochila à costas protagonizavam um primeiro género de Low Cost.
“Liberdade. Liberdade” gritava-se então. E em nome dessa Liberdade plantávamos as tendas junto à linha de maré-cheia num cantinho da Mareta onde não atrapalhássemos ninguém. Fogueiras para cozinhar, fogueiras para aquecer, fogueiras para namorar, fogueiras para tocar. Mas a praia sempre impecável, coisa que hoje em dia com todas as restrições e regras não acontece. Nem em Sagres nem no Céu. Mas nós éramos assim. Amávamos demais essa liberdade para deixar marcas indesejáveis naquele palmo de paraíso. Cinquenta metros acima, o Mar à Vista oferecia as melhores Lulas recheadas do planeta, o medronho mais selvagem do sistema solar e a simpatia mais quente do Universo. Aí, todas as noites, cinco rapazes juntavam-se de guitarras, flautas e bongós em punho, esgrimindo canções, desfazendo o stock de medronho e cerveja suportado pelos proprietários, que rapidamente tinham compreendido o sentido da palavra simbiose. Sem qualquer tipo de compromisso ou contrato, a gente abancava, bebia e tocava, os clientes animavam-se e eles viam a sua casa composta e a transbordar de freguesia.
E assim, neste remoto e desconhecido Algarve, rampa de lançamento da Glória Marítima Nacional, nasceu o Trovante, de onde nasci eu e todos os outros que o inventaram.
Tantos anos passaram. Já perdi a conta aos dedos necessários para contar as vezes que voltei desde então, maioritariamente para tocar, ao Algarve que ficou mais perto, muito mais perto, mas que, mesmo assim, ainda consegue guardar os seus maravilhosos segredos mais escondidos.
E podem ter a certeza que não serei eu que os vou revelar.”



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Vale do Lobo

Folhetos de divulgação de Vale do Lobo e Hotel D. Filipa, 1969


Em 1962, durante um passeio a cavalo, o britânico Richard Costain descobre Vale do Lobo e fica encantado com o lugar. Vislumbra desde logo o enorme potencial daquela área de pinhais e de praias desertas e sonha transformá-la num resort turístico de excelência.

Imagem do site de Vale do Lobo

Adquire então os terrenos e, em associação com a Trust Houses, constrói um campo de golfe de 18 buracos, desenhado por Henry Cotton, e o Hotel Dona Filipa (1968). São também construídas as primeiras moradias e já em 1972 são acrescentados 9 buracos ao campo de golfe inicial.


Algarve Golf Open, 1971. Imagem do site de Vale do Lobo

Com a revolução de 1974, dá-se um revés nos planos de Richard Costain e em tempos difíceis o empreendimento acaba por ser vendido.

Em 1978 é Sander Van Gelder, um empreendedor holandês que também tinha descoberto os encantos do local, que dá continuidade ao sonho de Costain. Inicialmente Van Gelder tencionava adquirir um lote para uma moradia, mas acaba por ficar com todo o empreendimento mais os terrenos que permitem a expansão do complexo turístico e imobiliário ao longo das décadas de 1980 e 1990.



Folheto de divulgação de Vale do Lobo, anos 1980


Para além da componente residencial e turística do resort, Vale do Lobo tem sido ao longo dos anos palco de grandes eventos, sobretudo de golfe e ténis.





quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Turismo do Algarve

Em março de 1970 foi criada a Região de Turismo do Algarve, através do Decreto-Lei nº114/70.


Na sua edição de abril-julho desse ano, a revista “Sol do Algarve” dava conta do aparecimento do novo organismo regional de turismo, dedicando cinco páginas ao assunto.

A Comissão Regional de Turismo do Algarve (CRTA) veio substituir as anteriores Juntas de Turismo e Comissões Municipais de Turismo e foi inicialmente presidida pelo Dr. José Manuel Teixeira Gomes Pearce de Azevedo, anterior Presidente da Comissão Municipal de Turismo de Portimão.

Primeira sede do Turismo do Algarve, onde hoje está instalado o Posto de Turismo de Faro

Os serviços da então CRTA, hoje Região de Turismo do Algarve (RTA), ficaram inicialmente sedeados em Faro, num edifício junto ao Arco da Vila, onde ainda funciona o Posto de Informação Turística da cidade. Ocuparam depois diversas instalações e em 1993 seria inaugurado o seu atual edifício sede.

Sede do Turismo do Algarve, inaugurada em 1993
A definição da política regional de turismo, em consonância com a estratégia nacional para o setor, a promoção, animação e informação turística foram, desde sempre, as competências deste organismo.

O que muitos poderão desconhecer é que nos seus primeiros anos de existência o Turismo do Algarve também teve a missão de levar a cabo o plano de infraestruturas urbanísticas da região. É por isso que ao percorrer as ruas de algumas localidades algarvias ainda nos podemos deparar com equipamentos de saneamento básico identificados como CRTA.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve


Anúncio retirado da "Agenda Comercial e Industrial de Faro", 1968


Hoje olhamos para a formação profissional no setor do turismo e para a Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve. Como curiosidade escolhemos mostrar nestas memórias do turismo dois dos seus anúncios publicitários. Enquanto nos anos 1960 se aliciava os potenciais alunos para a escolha de uma profissão “bem remunerada”, hoje em dia apela-se à excelência oferecendo uma posição “entre os melhores do mundo”.

A Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve (EHTA) abriu portas em Faro, em 1966, com instalações no edifício do Gabinete para o Desenvolvimento Turístico do Algarve (para a parte teórica) e no Hotel Santa Maria (para a parte prática). Quatro anos mais tarde passou para o antigo Palacete Doglioni, onde permaneceu até ao ano de 1995.

Atualmente, funciona no edifício do antigo Convento de São Francisco em Faro. Dispõe também de polos em Portimão (desde 1970) e em Vila Real de Santo António (desde 2006).



Anúncio retirado daqui