segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Algarve, a portrait and a guide

Por sugestão de James Saviour, fomos à procura, nas estantes do nosso Centro de Documentação e Informação do livro de que aqui falamos hoje.





Capa e contracapa da primeira edição (1965)


É na década de 1960 que muitos britânicos descobrem o Algarve, se encantam com a região e se encarregam de a colocar “nas bocas do mundo”.
Como exemplo disso temos o livro “Algarve, a portrait and a guide” cuja primeira edição, em 1965, relatava a experiência dos autores por ocasião da sua visita à região entre 1962 e 1963.

Patrick Swift, um pintor irlandês que de turista passaria a residente, e o seu amigo David Wright, poeta nascido na África do Sul mas tendo vivido praticamente a vida toda em Inglaterra, escreviam nessa altura sobre “as tabernas sossegadas onde as pessoas se cumprimentam com simplicidade”, sobre a honestidade das pessoas, sobre o vinho, o presunto de Monchique, a matança do porco em novembro, as carroças, as festas... sobre um Algarve ainda fora do tempo.

Em 1971 seria publicada a segunda edição deste guia, com atualização do anexo dedicado às “notas gerais para os turistas” onde se referia que “o mais importante acontecimento para a mudança do Algarve” havia sido a abertura do Aeroporto Internacional de Faro, descrito já como moderno e muito movimentado. Esse facto, escrevia Patrick Swift, alteraria por completo o modo de chegar ao Algarve e fazia antever as grandes e rápidas mudanças que estavam para acontecer.





Capa da segunda edição (1971)


Nota: Patrick Swift foi, com Lima de Freitas, o fundador da Olaria Algarve, de Porches

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