segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Tavira é o «município do ano» do Algarve


Créditos fotográficos: Derek Byrne
https://www.flickr.com/photos/7643775@N03/

Habituámo-nos a falar de Tavira como a cidade que está implantada nas margens do estuário do rio Gilão, sobre o qual se ergue uma ponte tantas vezes atravessada por turistas quanto por eles fotografada (é esta mesma ponte que encontramos num artigo que o The New York Times dedicou, em julho de 2013, ao charme de Tavira, de Silves e da Aldeia da Pedralva). Claro que também conhecemos Tavira pelas suas praias – tem 11 quilómetros de areais finos, branquinhos e de água morna. Quem é que nunca se estirou na areia da praia do Barril ou da ilha de Tavira? – e pelas mais de 20 igrejas, ermidas e capelas abertas ao público que nos permitem dizer que este é o concelho do Algarve com a maior concentração de património religioso. 

Bem, podíamos levar o resto do dia nisto: a enumerar tudo o que torna Tavira tão apelativa para os nossos sentidos. Mas desta vez vamos focar-nos na recente atribuição a Tavira do prémio de município do ano da região algarvia, que conquistou pelo seu especial envolvimento na inscrição da Dieta Mediterrânica como Património Cultural Imaterial da UNESCO. Os prémios «Município do Ano» são promovidos pela plataforma UM-Cidades, sediada na Universidade do Minho, com o intuito de reconhecer as boas práticas dos municípios portugueses. Em 2014 foram entregues nove galardões regionais – um deles a Tavira, que ainda trouxe para casa uma menção honrosa por ter criado eventos culturais associados à dieta e por ter despertado a curiosidade dos visitantes para este estilo de vida – e um nacional, destinado a Lisboa. Contas feitas, ganhou Tavira, ganhou o Algarve e ganharam todos aqueles que fazem deste o seu destino de férias preferido.

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