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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Comer, beber, dançar (e dormir)


As férias não combinam apenas com sol e praia, embora estas sejam verdadeiramente imperdíveis no Algarve. Aqui, em cada verão há novas propostas para experimentar e desta vez as sugestões eleitas são para comer, beber e dançar até cair para o lado – dormir, entenda-se!



Comer… Na praia do Ancão, em plena ria Formosa, o velhinho Restaurante 2 Passos deu lugar a um novo espaço construído em madeira com novos terraços e amplas janelas rasgadas com vista para o mar, onde apetece peixe e marisco do dia ou um petisco algarvio.




Beber… Ali ao lado, na Quinta do Lago, a deslumbrante vista oferecida pelo Sereno, o bar da piscina infinita do Conrad Algarve, é a melhor companhia para usufruir de um cocktail num cenário tranquilo. A piscina panorâmica é aquecida e as espreguiçadeiras convidam ao lazer.




Dançar… Bang, bang! Esta noite todos os caminhos levam a Vilamoura para um concerto memorável de David Guetta, considerado o melhor DJ do mundo na atualidade e cujos espetáculos arrastam multidões. Uma noite para dançar até cair para o lado…





…E dormir embalado pelo som das ondas, mesmo em cima da praia, por sinal uma das melhores Algarve, num quarto art déco, ao estilo de Miami, e num hotel acabadinho de abrir: o Pestana Alvor South Beach, na primeira linha da praia de Alvor.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Raul, o sacristão


Por Filomena Serol
[Técnica de turismo - Armação de Pêra]

As gentes de Alvor e arredores conhecem provavelmente muitas histórias do Raul, uma figura típica da terra nos anos 30/40 do século passado. Eu própria, não sendo de Alvor, ouvi muitas vezes o meu avô contar histórias deste pescador que, além disso, também era sacristão.

Raul era um daqueles homens inofensivos e simplórios que, pela sua inocência, despertava muitas vezes as traquinices dos jovens, sempre prontos a pregar-lhe partidas e a desafiá-lo para que perdesse as estribeiras.

Numa ocasião em que na terra se celebrava a festa de Nosso Senhor dos Passos, Raul, o sacristão, ia na frente da procissão segurando a cruz de Cristo. A rapaziada ia desafiando o Raul com palavras e pequenos toques. Tanto o picaram que, quase ao recolher da procissão, o Raul perdeu a paciência e desatou numa corrida atrás deles. Na fúria da perseguição, nem deu pelo crucifixo ter caído do seu suporte e acabou por regressar à igreja já sem o Cristo no topo.

O pároco, ao aperceber-se da situação, questiona o Raul, que de imediato exclama:

“Ah mãe… Sô Prior! Atão na querem ver qu’o amaldçoade foi correndo atrás dos môces!”


Igreja Matriz de Alvor