As obras da variante de Faro à EN 125 colocaram a nu achados arqueológicos que se pensa pertencerem a uma necrópole da época romana, com 1500 a 2000 anos.
Os trabalhos decorrem num sítio considerado pelos arqueólogos «muito sensível» e a descoberta é surpreendente: um cemitério fora do atual aglomerado urbano e afastado de qualquer templo conhecido.
Em todo o país, o acompanhamento arqueológico de empreendimentos como as estradas têm revelado vestígios materiais até então desconhecidos e que teriam sido destruídos se tais trabalhos não tivessem sido realizados.
O património arqueológico confere ao turismo a capacidade de diferenciar a oferta e devolve a autenticidade a um destino, pelo que o achado poderá vir a ser um marco para o Algarve e para a cidade de Faro.
Os trabalhos decorrem num sítio considerado pelos arqueólogos «muito sensível» e a descoberta é surpreendente: um cemitério fora do atual aglomerado urbano e afastado de qualquer templo conhecido.
Em todo o país, o acompanhamento arqueológico de empreendimentos como as estradas têm revelado vestígios materiais até então desconhecidos e que teriam sido destruídos se tais trabalhos não tivessem sido realizados.
O património arqueológico confere ao turismo a capacidade de diferenciar a oferta e devolve a autenticidade a um destino, pelo que o achado poderá vir a ser um marco para o Algarve e para a cidade de Faro.


