sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
O que é que o Algarve tem?
O que o Algarve tem...
Tem o meu sorriso de infância
das brincadeiras de criança,
da alegria da familia
junta enquanto lá vivia,
ou pelo menos lá férias passava,
enquanto naqueles mares nadava
e o sol?
ah esse sempre brilhava.
e assim continua
com alegria na rua
as gentes mudam
mas os risos continuam
nos rostos morenos pelo sol
sempre com diversão e calor
não há no mundo
outro lugar de mais valor.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
O que é que o Algarve tem?
terça-feira, 2 de agosto de 2011
O que é que o Algarve tem?
A partir de 1947 comecei a frequentar a escola primária da Sé de Faro, situada na parte velha da cidade, na Rua Rasquinho.
Todas as tardes, de bata branca, obrigatoriedade escolar, saía de casa perto do Largo da Palmeira carregando a pasta com o lanche, a sebenta, o livro único de leitura, uma caixa de madeira com tampa deslizante onde guardava o lápis de escrever, borracha e caneta de aparo.
Num desses anos de escola primária, a professora D. Maria Pires e suas estagiárias, lançaram a turma na descoberta do Algarve.
Cada uma de nós, individualmente ou em grupo, teria de encontrar motivos para amar não só a nossa cidade, como todo o Algarve.
A proposta de trabalho, inovadora para a época, foi tão bem lançada que de imediato toda a turma vestiu a capa de detective/investigador e partiu à descoberta dos encantos secretos da província algarvia.
Com alguma orientação fomos colocando, aos poucos no devido lugar, as peças do puzzle Algarve.
Todos os trabalhos seriam “passados a limpo” para folhas de cartolina, com letra bem legível e desenhos bem executados e bem pintados.
Fariam parte do nosso “jornal de parede”.
Nessa tarefa nada foi esquecido.
Descobrimos que desde Sagres a Vila Real de Santo António, desde a serra ao mar, o torrão algarvio era pitoresco e encantador, com os costumes puros da sua gente comunicativa, que fala cantando desconhecendo as asperezas da vida, abençoados pelas dádivas da Natureza.
Como pertença deste paraíso, chamado Algarve, constatámos possuir um clima ameno, um céu azul intenso rutilante de estrelas, um sol fonte de luz e calor, um solo matizado inebriante de aromas, um mar caldo azul a espreguiçar-se pelas finas areias douradas ou moldando, com os seus embates, os rochedos da costa.
ALGARVE! Um paraíso!
Ao executar o nosso trabalho fomos tomando consciência que havíamos nascido num local de privilégios e que teríamos, por obrigação, de protegê-lo e engrandecê-lo.
Páginas da história algarvia foram abertas e lidas com entusiasmo, enchendo-nos de orgulho, no desejo de seguir o exemplo deixado pelos antepassados.
Bastou olhar, compreender e deixar-nos enlevar, para encontrarmos um verdadeiro tsunami de encantos, todos eles, bem explorados e bem condimentados pelo povo serrenho e marítimo.
Pelo caminho da nossa pesquisa, fomos registando a alvura do casario com chaminés rendilhadas, açoteias/mirantes verdadeiras eiras para a alfarroba, figo, amêndoa.
Junto à casa, o forno, o estábulo, a pocilga, o galinheiro, assim como o tanque e a nora puxada por burros de olhos vendados.
Árvores frutíferas sussurram os seus encantos.
A alfarrobeira com os seus frutos pretos pendentes, a oliveira calosa e paciente, a figueira envergonhada com os ramos virados à terra, a laranjeira a embebedar-nos com o seu intenso aroma ou a espantar-nos com o seu festival de frutos…
Nas propriedades divididas por muros de pedra solta ainda proliferam sobreiros, romãzeiras, nespereiras, marmeleiros, e amendoeiras, ora viúvas de folhas, ora formando um mar de flores a perder de vista…
Procurámos e encontrámos ao vivo, o algarvio típico, o montanheiro, com o chapéu de feltro preto, a caminho do mercado, num carro puxado por bestas levando os produtos agrícolas para venda.
A mulher ao lado com o xaile, a sombrinha, o lenço, tendo por cima o chapéu de abas largas, trabalhadora de sol a sol, em casa e no campo, virtuosa na confecção de esteiras, capachos, cabazes.
Por natureza comunicativos, alegres e faladores, organizam com alguma regularidade festas, e ao toque do harmónio não falta o corridinho bem pulado ou o “balho” mandado por um mandador.
Não esquecemos no nosso trabalho a costa algarvia, bem recortada, com praias esplêndidas incutindo no marítimo o espírito aventureiro.
O nosso Algarve foi retratado com tanto pormenor e eficácia, que cativou toda a escola, e até todos os alunos estagiários do Magistério.
Nessa tarefa/prazer foi realçada a beleza da ria, a vida dos pescadores e dos mariscadores, assim como as indústrias daí resultantes – conservas, extracção do sal, construção naval.
Passaram 50 anos!
Povos provenientes dos mais variados locais e culturas encantaram-se com o nosso Algarve e muitos instalaram-se na nossa região. Juntaram-se a nós numa miscelânea de saberes…
Teremos esquecido os nossos conhecimentos populares, os nossos hábitos, os nossos usos, os nossos costumes?
NÃO!
Talvez um pouco à deriva durante a explosão invasora, mas na actualidade o algarvio voltou a “agarrar” as raízes da sua cultura. Voltou a sentir orgulho na terra que o prende e encanta. Voltou a ter a faculdade de ouvir o choro triste, o lamento da moura encantada penteando os longos cabelos com um pente de ouro cravejado de diamantes…
Todo o nosso torrão é farto, é terra que prende e encanta e nos leva a tecer um hino de louvor ao ar, ao mar, ao sol, às flores, à vida!
Abrimos os braços aos nossos visitantes, introduzindo-os no seio das nossas vidas e hoje, os que por cá ficaram, são pertença do nosso Algarve e donos dos nossos segredos…
E somos abençoados ao poder destapar, cheirar e apreciar uma boa cataplana, um prato de xarém, uma caldeirada fumegante e uma sardinhada comida num naco de pão…
Adoçando, ainda mais, o encanto das nossas vidas, podemos desembrulhar o D. Rodrigo e saborear bolos de figo, de amêndoa moldados e saborosos.
Como remate, um cálice de medronho vindo directamente da serra algarvia…
O PARAÍSO está completo!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
E os prémios vão para...
2ºPrémio 
Todos os premiados irão também receber convites para visitar a exposição "Dez Esculturas Monumentais Britânicas" patente no Cerro da Vila, em Vilamoura.sexta-feira, 29 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
Sagres, vila históricacomo tu não há igual
podes ser muito ventosa
mas das mais lindas de Portugal
O infante D. Henrique
passou por aqui um dia
deixou cá a sua marca
o que nos traz grande alegria
Tem praias de água límpida
areia fina e boa qualidade
É o sítio ideal para férias
seja qual for a sua idade
Na pontinha do Algarve
onde acaba a terra e começa o mar
temos paisagens deslumbrantes
do que está à espera para nos visitar?
quinta-feira, 28 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
Amor, paixão de uma criança.
O Algarve recebe e apaixona quem por lá passa.
No ano seguinte pensamos em voltar,
pois adoramos o descanso recordar.
Tem gente simples e humilde
que nos faz uma terra adorar.
O céu azul de sonhar,
um mar imenso para partilhar.
O sorriso de quem passa,
uma lágrima de quem traz a saudade
dos amigos que quer reencontrar.
O que é que o Algarve tem?
Será magia?
Será paixão?
Isso não sei…
Mas é algo contagiante, de certeza!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
O Algarve tem alma e tem magia....
O Algarve tem o acordeão, o corridinho, o mel algarvio, o medronho da serra e a melhor cortiça do mundo....
Tem magia e alma quando:
Quando uma mão experiente dedilha um acordeão...
Quando um par entrelaçado volteia num corridinho...
Quando a urze e o rosmaninho se transformam no doce mel algarvio...
Quando mãos calejadas e rostos crestados do sol desnudam sobreiros e recolhem a melhor cortiça do mundo...
Quando na serra algarvia os alambiques transformam o medronho naquela aguardente sem igual...
E quando a minha mãe transforma as espigas douradas no pão que estão a
ver, isso é magia... é a Alma Algarvia!
E os prémios vão para
1º Prémio
Vai para Maria Oliveira que ganha uma estadia de uma noite, para duas pessoas, com pequeno almoço no Martinhal Beach Resort & Hotel, em Sagres.
Vai para Patricia Marina que ganha entradas para duas pessoas, no FIESA - Festival Internacional de Escultura em Areia, em Pêra.


Parabéns!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
“Existem riquezas que se não forem partilhadas fazem-nos morrer…”, como dizia Michael Ende.
Por isso, desejo que a natureza do Algarve continue maravilhosa por muito tempo, para que muitas outras pessoas possam desfrutá-la.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
Depois de lá estar 35 anos, vim reformar-me para o Algarve, pois a praia e o sol são e sempre foram a minha paixão e, no Algarve, temos disso com abundância.
Aos domingos, a Junta de Freguesia de Quarteira disponibiliza um autocarro que nos leva por todo Algarve para marchas – passeios de 5 ou 10 km, sem quaisquer custos e ainda nos oferecem águas e fruta ao longo do percurso.
Fiz uma entrega de 5 bicicletas nas escolas locais para comemorar o Dia Mundial da Criança a 1 de Junho.
Tem muito para dar e muito para receber…
…lindíssimas praias, campos de golfe, muita animação todo o ano, festas e romarias…
Eu dizia sempre: “filha, se há Paraíso a mãe já lá está…”
quarta-feira, 20 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
Tem um conjunto de infra-estruturas que de ano para ano têm vindo a crescer e que o tornam no primeiro destino turístico de Portugal e um dos melhores da Europa.
Tem mais de 200 km de costa e praias, das quais setenta e quatro com bandeira azul, com águas temperadas e areia finíssima e dourada pelo seu sol quente, com dunas e falésias que o Atlântico banha.
Tem paisagens de muito contraste, com figueiras, alfarrobeiras e laranjais a perder de vista.
Tem as características chaminés algarvias, postais promocionais em todo o mundo.
Tem as suas vilas rurais de casario branco, onde ainda se podem encontrar as antigas noras e as “charretes”, meio principal de deslocação em tempos passados e onde no final do Verão é habitual ver esteiras com figos a secar.
Tem as amendoeiras que em Janeiro florescem, quase parecendo um manto de neve, com suas lendas mouriscas.
Tem no Verão uma agitação nocturna notável, sobretudo nas principais cidades do litoral.
Tem moços e moças airosas que rodopiam com alegria nos bailes mandados e nos marafados corridinhos.
Tem os aromas e sabores da tradicional cozinha algarvia, como o belo gosto das sardinhas assadas com sua salada, mais afamadas no cais de Portimão, o belo xarém com conquilhas mais tradicional nas tascas de Olhão, as belas caldeiradas de peixe acabado de pescar, as famosas cataplanas de várias especialidades, bem como as açordas.
Tem na doçaria várias pérolas de doce de amêndoa, como os morgados, os figos recheados, os D.Rodrigo.
Tem o grande contraste entre o mar e a serra.
Tem uma das grandes atracções que são os campos de golfe, reconhecidos de grande categoria a nível mundial.
Tem o Autódromo de Portimão para grandes festivais desportivos.
Tem um dialecto muito próprio que se define nos sons, gramática e palavras como marafado, almariado, magano, griseus, alcagoitas, etc.
terça-feira, 19 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
L de levante, de luz e liberdade, de lagartixas e lagosta;
G de gaivotas e de garças, de grelhados e gaspacho;
A de abanicos, albricoques e abrunhos…
R de restaurantes, robalos e de raias, de Ria e de redes, de ranchos, raparigas e rapazes;
V de vassourinhas e vasculhos, de velhaco e vadiação, ou de vida e vagares;
E de eventos e elites, de elegância, de emoção e de emigrantes.
E os prémios vão para...



Todos os premiados irão também receber convites para visitar a exposição "Dez Esculturas Monumentais Britânicas" patente no Cerro da Vila , em Vilamoura.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
quarta-feira, 13 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
Gosto do seu esplendor no interior, gosto da magia do seu litoral...
Gosto do Algarve na Primavera e no Outono… no Inverno e no Verão...
O que é que o Algarve não tem?
terça-feira, 12 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
Algarve,É mar, é cor, é sabor!
Aqui, o sol e as belas praias predominam
…Onde o inglês e o sotaque algarvio dominam.
O mar proporciona bom peixe e marisco
…em qualquer “cantinho” é possível comer um bom petisco!
Algarve,
É muito mais do que sol e mar!
…No interior há muito mais para provar e explorar:
Chouriças, medronhos e licores,
Cultura, tradições e ricos valores.
Alinhe nesta grande e fascinante aventura,
O Algarve espera por si, em qualquer altura!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
Bem…O que é que o Algarve tem?
O sol, o mar, os doces, o vinho, os figos lampos…
E tem as pessoas. Principalmente as pessoas e entre elas os pescadores de Monte Gordo.
Para eles a minha homenagem e a esse bar onde todos os anos nos juntamos….
Bem…O que é que o Algarve tem? Tem:
O Bar dos Pescadores de Monte Gordo

Ao fundo do areal, onde a praia dos turistas acaba, existe um bar. Nesse bar, com cancelas pintadas de branco e de azul, reúnem-se os homens que lidam o mar. São pescadores que, logo pela manhã, tossem, fumam, bebem cerveja, copinhos de aguardente, de brandy e de vinho.
Hoje passei por lá. Cedinho. Manhãzinha ainda o sol estava em sonhos. É sempre cedo naquele bar e mesmo em pleno inverno, pelas sete da manhã já está aberto. Fica no areal, plantado mesmo ao lado das casas em madeira onde os pescadores guardam os seus apetrechos e atrás dos barcos onde os usam.
Está rodeado por pequenas palmeiras e no interior tem uma decoração colorida e variada. Galhardetes de clubes de futebol, garrafas antigas, fotografias de barcos e azulejos com quadras de António Aleixo. Entre a parafernália colorida e o recato do preto e branco, descobri, mesmo ao lado do balcão e suspenso do tecto, pendurado nas brancas paredes, um quadro em vidro onde está emoldurada uma folha já acinzentada que descreve os “cuicos” de Monte Gordo e alguns dos seus dizeres traduzidos para a nossa linguagem comum. Lembro-me imediatamente do nosso grande Zeca Afonso que os imortalizou na sua canção: “Os Índios da Meia Praia”.

Continuo, sossegado, a beber o meu café, sentado a uma das mesas e ouvindo as conversas. Pescadores cansados do mar, gastos, calejados, olham-no pela porta aberta e dizem que hoje não vai deixar ninguém trabalhar. Bebem. Fumam. As conversas são salgadas. Falam do Toino que se reformou há dias, do filho do Bernardino que foi para Marrocos e do barco do Zacarias que parece que afinal sempre tem o motor partido. Bebo com eles, ouço-os, falo com eles.
À porta um cão de focinho rente ao chão parece farejar o vento que a maré empurra. Rosna-me. Um gato mira-me debaixo de uma das mesas e mia-me de olhar agreste. Está vento. Por cima do bar, meia dúzia de bandeiras esvoaçam já em parte gastas pela maresia e pelo olhar do gato. O dono do bar atarefa-se no seu interior. Ouço a frigideira chiar e começa a cheirar a fritos. Apetece-me. Os pescadores espreitam e esfregam as mãos. Falam do alemão que no outro dia esteve lá e que durante toda a tarde pagou cerveja e vinho para todos…Devia de aparecer cá hoje outra vez!
Mando vir vinho para toda a gente. Um jarro de cor rosada aparece na mesa e é despejado pelos copos. Aquece a garganta. Sabe bem. As conversas aquecem. A frigideira chega fumegando. Ovos, chouriço, presunto. Aparece mais vinho. Aparecem mais pescadores. Sentam-se. Provam. Na rádio, música antiga. Há quem comece a cantar. Alguns turistas matinais espreitam e entram. O cão rosna-lhes olhando-os de lado. O gato esconde-se debaixo da mesa. Não tenho jeito para cantar nem sequer quase para falar. Ouço. Reparo em mim: Barba grande, cabelo despenteado pelo vento, casaco salpicado de um branco seco feito de água salgada. Estou no meio deles comendo, bebendo, ouvindo. Aparentemente sou um deles. Ninguém dirá o contrário. Por ali fico mais um bocado. A conversa vai esmorecendo. A frigideira está vazia. O jarro. Os copos também. Despeço-me de todos. Prometo voltar à tarde. Quando saio o cão olha-me suavemente e abana-me a cauda num sussurro amistoso. O gato sai debaixo da mesa espreguiça-se e vem ronronando na minha direcção, deitando-se de barriga para cima.
Uma tarde eu voltarei. Quem sabe….talvez o alemão esteja ainda por lá!
E os prémios vão para...
Vai para Patrícia Figueiredo que ganha uma colecção de publicações do Turismo do Algarve.
3º Prémio Vai para J. Costa que ganha uma pasta para computador do Turismo do Algarve.Todos os premiados irão também receber convites para visitar a exposição "Dez Esculturas Monumentais Britânicas" patente no Cerro da Vila , em Vilamoura.
Parabéns!
sexta-feira, 8 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?

quinta-feira, 7 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
Todos os anos lá volto,
A marca continua a minha ideia
De todos os anos voltar a
Uma terra que aprendi a gostar.
A cor azul do mar
Abraça a fauna envolvente,
O cheiro que se encontra no ar
Torna-se cada vez mais quente.
O Algarve tem um mar adulto,
Tem um campo de criança,
Tem bela gente,
Que permite umas férias de sorriso contente!
quarta-feira, 6 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
terça-feira, 5 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
Cheira a mar toda a Costa Vicentina.
Não existe uma beleza idêntica.
Nasci no Algarve.
A areia, o mar, as ondas são carícias no meu corpo.
Recordo com saudade o amor, a paixão, a liberdade.
Entrego-me a esta maravilha que só existe na Costa Vicentina
...com a maior saudade.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
E os prémios vão para...
2º Prémio 
sexta-feira, 1 de julho de 2011
O que é que o Algarve tem?
A Maria Álvaro Mendonça escreve...
ALGARVE
Quero em meus olhos o prazer da dor
dos fortes aguilhões da intensa claridade
e o mágico exagero de azul, branco e luz
p'ra sarar no peito a chaga da saudade.
Nos campos a suavidade da doce neve em flor,
nas praias o calor dos corpos semi-nus,
e na areia bordada de artes rochosas
quero ondas dengosas p'ra me acariciar.
E quero as carroças... e os burros chorões,
que em minha terrinha já não vejo andar;
e a montanhêra e o pescador
eu vou lá na fêra ouvir conversar
em meio ao chilreio cheio de humor
das notas melosas que a gente produz.
E logo à tardinha, vendo o sol se pôr,
aldeias branquinhas de casas mimosas
parecem conchinhas brilhando aos montões...
Conversam varandas com malvas viçosas,
que sobem escadinhas, trocam posições
- são templos, sacrários de imagens airosas,
que escutam ditosas sensuais confissões.
E as mil chaminés de rendas ímpar,
incensam virtuosas com o odor dos menus,
são dedos que calam tristeza e horror
e apontam p'ro céu com o vigor de uma cruz.
E em horas gulosas vou saborear
sardinhas nos pães, uvas e melões,
manjares de amêndoa a que o céu faz jus,
e com todo o fervor os dedos chupar.
E então nas pracinhas, à noite, ao luar,
quero asas nos pés, feitiços, condões
para esvoaçar em mil rotações
louco corridinho de saias fogosas...
E enfim ao deitar, apagada a luz,
silêncios e grilos eu quero escutar.
E embalando sonhos, tal suaves canções,
murmúrios das belas mouras de encantar...
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
O que é que o Algarve tem?
Já sei… onde estão as nossas laranjas, tão sumarentas e doces como só elas, e os nossos pêssegos e os nossos albricoques e as nossas nêsperas?...Fruta algarvia… a melhor que já saboreei. E os frutos secos? Os figos, as amêndoas e até a alfarroba com que se faz aqueles bolos deliciosos!
Sei que a gastronomia já foi abordada, mas será que as nossas sardinhas, amêijoas, conquilhas e até os mexilhões não merecem destaque?
Vamos comprar e comer algarvio!












