quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Conrrado Wissman e o Grande Hotel Guadiana

Apesar de atualmente se encontrar encerrado, o Grande Hotel Guadiana, com a sua traça de estilo “Arte Nova” é um dos mais emblemáticos edifícios de Vila Real de Santo António. Marcou o turismo algarvio no princípio do século XX, tendo sido desenhado pelo arquiteto de origem suíça Ernesto Korrodi, construído entre 1918 e 1921 e inaugurado em 1923.
O seu primeiro diretor foi Conrrado Wissman e é sobre este decano dos hoteleiros que Luís Guerreiro escreve hoje nas “Memórias do Turismo do Algarve”.


Conrrado Wissman, nascido em 1859 em Nieder Rimsuigen, Alemanha, entrou em 1867, justamente um ano depois da sua fundação, para a União dos Hoteleiros Genebrina. Fixou residência em Lisboa na última década do século XIX, exercendo por diversos anos o cargo de Gerente do Bragança Hotel e Hotel Central de Lisboa. Durante este período fundou a secção de Lisboa daquela associação hoteleira. Graças à sua experiência profissional e ao prestígio adquirido entre o público português, entregou-se a um novo projeto, a abertura do Palace do Buçaco. De lá aumentou a sua atividade, sempre mais e mais, e auxiliado pelos seus sobrinhos, Conrado José, António Hermano e Augusto, todos sócios da União Genebrina, abriu, um por um, os seguintes Hotéis: Grande Hotel da Curia, o Palace Hotel e Metrópole Hotel de Lisboa e mais tarde o Hotel Caramulo.

Quando a indústria hoteleira ainda se achava numa fase incipiente e Conrrado com os seus cinco hotéis estava no auge da sua carreira, considerado o primeiro e melhor hoteleiro em todo o Portugal, respeitado mas também muito invejado, com os negócios a correrem-lhe bem, rebenta a primeira grande guerra, na qual o nosso país acaba por se envolver. O azar bateu à porta deste hoteleiro português de nacionalidade alemã: os cinco hotéis do sr Wissmam foram confiscados pelo governo português em pouco tempo, ficando mais de uma dezena de anos sem receber qualquer recompensa de prejudicado de guerra.
Durante o conflito foi deportado para Espanha com a sua família onde passou grandes dificuldades, não obstante possuir alguns recursos provenientes de uma vida de trabalho com sucesso.

Quando acabou a guerra, quem antes fora proprietário de cinco hotéis, aceita, com coragem, força de ânimo e grande resignação, um cargo num dos hotéis por ele fundado. Ele, a quem a guerra tirou todos os haveres, a quem o governo alemão, embora moralmente obrigado, não amparou, acabou por ser ajudado pelo empresário algarvio Manuel Ramirez que em 1923 abriu o Hotel Guadiana em Vila Real de Santo António e o convidou para o dirigir.

Conrrado Wissmam foi o decano dos hoteleiros portugueses, homem de rasgada iniciativa, extremamente afável, com um percurso de vida e de trabalho verdadeiramente notável.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A laranja algarvia na promoção turística

Vela em forma de laranja, um brinde promocional do Turismo do Algarve nos anos 1980


A par da chaminé, das amendoeiras em flor, do sol e do mar, a laranja algarvia é outro símbolo turístico da região.
Já foi utilizada como tema de materiais de promoção turística, foi motivo de eventos, é assunto que inspira poetas, está associada a tradições locais e é sabor que identifica o Algarve.

Hoje temos laranjas saudáveis e muito turísticas nestas memórias…

Sumo de laranja oferecido aos turistas em ação de animação do Turismo do Algarve no final da década 1990



Ação de animação do Turismo do Algarve no Aeroporto de Faro no final da década de 1990.


Postal de divulgação da Festa da Laranja, em Silves


Presépio tradicional algarvio decorado com laranjas



Autocolante, brinde promocional do Turismo do Algarve nos anos 1980

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Praia de Albufeira

O Almanaque do Algarve de 1943 dedicava um artigo à praia de Albufeira, destacando a importância do túnel que naquela altura permitiu o mais fácil acesso à mesma e do casino que animava a localidade.
Deixamos aqui um excerto da descrição que era feita daquela que se tornou numa das mais famosas estâncias balneares portuguesas:

“O mar da praia de Albufeira, sempre tranquilo, oferece ao banhista uma segurança absoluta. A doçura do seu clima, sem ventos fortes que fustiguem ou calores excessivos que molestem, fazem desta praia uma das mais completas e saudáveis estações de cura pelos agentes físicos. Dá-lhe acesso o Túnel, arrojada obra ultimamente levada a efeito, que a veio pôr em comunicação directa com a parte mais importante e central da vila.
Albufeira dispõe de um casino com magníficas salas, onde se faz ouvir uma das melhores orquestras do país e se realiza, durante a época balnear, um vasto programa de festas elegantes.”

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Caricaturas regionais

Como seria o Algarve caricaturado em 1942? Assim, tal como mostramos em baixo pela mão de Laginha.


Idílio *

Ele e ela numa pequena composição campestre ou pastoril. Estão enamorados, os «marafados» deste idílio algarvio.



Para o moinho… *

…Ela vai com o burro carregado, atravessando uma paisagem em que as amendoeiras são subitamente substituídas por catos.




Namorico à porta *

O amor bateu-lhe à porta. Tinha chapéu preto com uma papoila vermelha. Neste dia levou um guarda-chuva, não fosse ele encharcar-se com as lágrimas emocionadas da sua amada.


* Caricaturas publicadas na Revista Turismo, nº45, 1942

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Imagem turística (2)

Hoje a nossa máquina do tempo leva-nos de volta à década de 1980 para lembrar as imagens que promoviam o Algarve em várias brochuras da então Região de Turismo.

Recordam-se da jovem a saborear melancia?




quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O "Hotel-Solar" de Raul Lino

Respondendo ao convite da Sociedade de Propaganda de Portugal, o arquiteto Raul Lino apresentou ao 1º Congresso Regional Algarvio, que decorreu em 1915 na Praia da Rocha, um projeto de hotel português especialmente destinado ao sul do país. A esse modelo de hotel, Raul Lino chamou “Hotel-Solar”.


Na memória descritiva do seu projeto de hotel, o arquiteto afirmava não se tratar de um grande hotel de luxo mas antes um de tipo mediano com todas as condições de conforto e de estética. Especialmente destinado à beira-mar do Algarve, este hotel comportaria 31 quartos com preços variáveis. Alguns desses aposentos seriam “de luxo” porque teriam “banho e retrete anexos” e ainda um pequeno quarto de “dimensões resumidas” destinado a “um creado ou aia que pessoas de certa categoria não dispensam levar consigo em viagem”.


Nesta memória descritiva, lê-se igualmente que se previa um “relativo isolamento das partes destinadas ao serviço” com “o movimento da cosinha e dos seus anexos (…) localisado em uma ala aparte com comunicação para as salas apenas por um corredor e uma copa, não havendo n’aquela ala abertura alguma para o claustro, que o pudesse devassar.”


O projeto previa ainda a possibilidade de aumentar sucessivamente o número de quartos, para responder a necessidades futuras de capacidade. No que se refere a exteriores, este hotel regionalista teria “telhados que seriam cobertos com telha lusa branquiada a cal” e que “as rotulas e persianas verdes, a alvenaria de tijolo à vista, as suas arcarias e agulhas, a chaminé historiada, os azulejos e demais elementos” dariam “uma mancha alegre de construção solarenga”.

Raul Lino referia ainda que o seu projeto de “Hotel-Solar” pretendia ser uma solução original para um problema novo daquela época e que depois de testado tentaria aplicar o conceito a outras regiões do país.

O projeto de Raul Lino inspirou alguns industriais de Portimão que criaram a Sociedade da Praia da Rocha com o objetivo de o concretizar. O “Hotel-Solar” não passaria no entanto dos alicerces.*

* Adão Flores, O turismo no Algarve na primeira metade do século, in Maria da Graça Maia Marques, coord., O Algarve da antiguidade aos nossos dias, Lisboa, Colibri, 1999, p.603.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Algarve nos guias turísticos

Ainda na primeira metade do século XX, especialmente nas décadas de 30 e 40, vulgarizam-se os guias turísticos sobre o Algarve em português e também em língua inglesa. Trazemos às Memórias do Turismo do Algarve um desses guias da autoria de A. H. Stuart, com ilustrações de Maria Keil do Amaral e editado pelo SNI – Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo.
Nele se explicava como chegar ao Algarve, destacando a utilização do comboio Rápido que ligava Lisboa à região algarvia duas vezes por semana. Até à Praia da Rocha era contar com aproximadamente sete horas de viagem.


A toponímia dos lugares era assunto para todo um capítulo, abordando a origem árabe da mesma. De resto, a publicação descrevia os vários percursos para as excursões sugeridas aos turistas, assinalando como principais centros turísticos Monte Gordo, Albufeira e Praia da Rocha, mas também Faro, Lagos e Quarteira. E o que tinham eles para oferecer? O sol, a praia, as excursões e o “dolce farniente”, explicava o guia.

História curiosa, também incluída nesta publicação, é a que se refere à boa saúde de que gozava a população algarvia. Para exemplo, o autor escrevia sobre um idoso de Faro ainda ativo aos 114 anos que, segundo dizia, devia a sua longevidade ao muito leite de cabra que teria tomado em criança e às orações que a sua ama costumava rezar quando o alimentava.



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O Algarve no tempo do “Paraíso dos Cavalos”



Conhece a música “Paraíso dos Cavalos” da banda Barclay James Harvest?
Pois saiba que o Algarve foi a região inspiradora desta balada.
Em 1980, após uma tournée europeia, o músico John Lees veio para a Quinta do Lago, Almancil, com a sua família, passar umas férias equestres de duas semanas. Acabou por ficar na região durante vários meses. Viria depois a compor a música “Paraíso dos Cavalos”, nome do centro hípico que então frequentou.
Nestas “Memórias do turismo do Algarve”, deixamos aqui a letra e a música da canção, integrada no Álbum “Ring of Changes”

E agradecemos à Ana Margarida Rodrigues que foi quem nos levou até esta história.




Met an old friend the other day
Recognised from a different age
Like a ghost in a photograph
Distant memories of the past
There was Nico and Limpopo
Ipaminandas and young Nero
All the old friends we've known so well
With all the stories they'll never tell

All it took was a photograph
To bring the memories chasing back
Of summer sunshine and cool green wine
And all the good times we'd left behind
We'd take the road down to Almansil
If I had known then we'd be there still
We left our hearts in the soft sea spray
With every Quinta Do Lago day

The wind in your hair
The sun in your face
The feeling of the power
The beauty and grace
Paraiso dos Cavalos
Paraiso dos Cavalos

Through our minds move the souls
Of our bygone years
As we ride through their ancient tears
To a place to a time where
We'd all be saved
To gallop on in the breaking waves

At Paraiso dos Cavalos
Paraiso dos Cavalos

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

“Algarve, jardim de trinta léguas”

Anúncio publicado na Revista Turismo, nº2-3, 1963


“Algarve, trinta léguas de jardim encantado” era, na década de 1960 o slogan utilizado nos folhetos da CP que publicitavam os serviços dos Caminhos de Ferro para visitar o Algarve.

O comboio chegou à região em 21 de fevereiro de 1899 com a inauguração da linha do Algarve. Em 1908, no período do verão, foi criada uma ligação semanal entre Lisboa e Faro.


Nos anos 1930 a CP criou os expressos populares com o intuito de “proporcionar a todos os portugueses o conhecimento da sua pátria”, conforme se pode ler sobre os mesmos num artigo da Gazeta dos Caminhos de Ferro publicado em 1952, que refere a importância da iniciativa para o desenvolvimento do gosto pelas viagens e do turismo. Nesse artigo lê-se ainda sobre os “comboios especiais” que, no inverno, levavam os portugueses ao “doce país do Sul, que é o Algarve, para admirar ali a neve branca e perfumada das amendoeiras em flor”.


Gazeta dos Caminhos de Ferro, nº1553, 1952 - Imagem retirada
da Hemeroteca Digital



quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Algarve em cartaz



Hoje dirigimos o nosso olhar para as brancas açoteias e para as amendoeiras em flor que compõem este bonito cartaz promocional do Algarve dos anos 1960-1970.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Conservas e turismo


Imagem cedida pelo Museu de Portimão


Quando a indústria do turismo dava os primeiros passos, outra indústria, a das conservas de peixe, florescia no Algarve. A relação entre estes dois setores fazia-se a dois níveis. Por um lado os industriais conserveiros, gente abastada, construíam habitações, investiam e adquiriam terrenos em locais turísticos como a Praia da Rocha, antevendo a sua valorização.
Por outro lado, a fama das conservas de peixe algarvias contribuía para a divulgação internacional da região naqueles que viriam a ser os seus principais mercados emissores de turistas.



Anúncios retirados da Revista Turismo, n.º 45, 1942



A propósito desta relação propagandística, a Revista Turismo, numa edição de 1942 especialmente dedicada ao Algarve, publicava a opinião de alguns industriais conserveiros de Portimão sobre o turismo. Um deles era António Feu, diretor da Feu Hermanos e dono da marca de conservas de sardinha “La Rose”, que afirmava ter grandes esperanças no desenvolvimento turístico do Algarve.
Passados quase 70 anos a sua fábrica transformou-se num dos mais premiados museus portugueses proporcionando aos turistas da região interessantes visitas.



Imagem cedida pelo Museu de Portimão

Imagem cedida pelo Museu de Portimão


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

“Foi um dos primeiros pilares do turismo algarvio…” conta a Carla.




E se lhe dissermos que passar uma noite no Hotel do Garbe em 1963 podia custar entre 137$00 e 336$00? Isto no verão. Porque no inverno o preço altera-se. Veja tudo na tabela que publicamos em baixo e que nos foi remetida pela Carla Sequeira juntamente com o texto em que nos conta história desta unidade hoteleira.
Clique na imagem para ampliar




“O Hotel Garbe foi um dos primeiros pilares do Turismo Algarvio.

Foi projectado pelo arquitecto Jorge Chaves em 1960, construído em 1962 com 50 quartos e inaugurado em Janeiro de 1963.

Iniciou a sua actividade com os donos Francisco José Matias de Oliveira Santos e sua esposa Maria Margarida Oliveira Santos.

Os clientes pertenciam a um nível social mais elevado e eram principalmente ingleses e portugueses. Foram aliás os ingleses que ao descobrirem o Algarve o projectaram como destino turístico, numa época em que agências britânicas como a Travel Club desempenhavam um papel central na operação turística.

A família Oliveira Santos manteve o hotel até 1988. Foi então vendido à actual gerência.

Recentemente, no dia 1 de Julho 2010, o Hotel Garbe, hoje com 185 quartos, passou a chamar-se Holiday Inn Algarve – Armação de Pêra graças a um contrato de franchising com validade de 20 anos.”


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

"Penina" - a música algarvia dos Beatles

Em dezembro de 1968, o músico Paul McCartney passava férias no Algarve quando numa noite de convívio, no bar do Hotel Penina, se juntou à banda que ali tocava, os Jotta Herre, e com a espontaneidade que o caracterizava compôs uma música que intitulou “Penina” e que acabou por oferecer aos músicos da banda portuguesa.
Os Jotta Herre gravaram o disco “Penina”, lançado em 1969. A mesma música viria a ser gravada posteriormente por Carlos Mendes, existindo ainda uma versão dos próprios Beatles em disco coletânea de músicas oferecidas por Lennon e McCartney.


A história é contada por Luís Pinheiro de Almeida e Teresa Lage no livro “Beatles em Portugal” (2002) mas também a recuperámos de várias reportagens e artigos dedicados ao assunto, em 1969, pela revista “Sol do Algarve” de onde retirámos as imagens que hoje publicamos.


Certo é que esta é uma das histórias que terá contribuído para promover o Algarve como destino de férias, sobretudo no Reino Unido, o seu principal mercado emissor de turistas estrangeiros.



No lançamento do disco "Penina", os membros do grupo Jotta Herre com Thilo Krasman, responsável pelos arranjos e direção de orquestra.


Paul McCartney de férias na Praia da Luz em dezembro 1968

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Imagem turística

Um dos propósitos da iniciativa "Memórias do Turismo do Algarve" também é mostrar a imagem turística da região ao longo dos tempos. Aqui ficam algumas brochuras promocionais utilizadas pelo Turismo do Algarve, nos anos 1970, quando ainda se chamava Comissão Regional de Turismo do Algarve.










quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Turismo representado em concurso de montras

"Algarve província bela

Pró turismo és um amor,

Tu serás sempre uma tela

Deste país sonhador"


Quadras populares, artesanato, folclore, chaminés e flores de amendoeira serviram de inspiração para o II Concurso de Montras de Faro, realizado em 1971. O evento foi patrocinado pela Comissão Regional de Turismo do Algarve e podemos ver através destas fotografias de algumas lojas participantes como foi representado o turismo da região, tema escolhido para o concurso.

Qual a vossa preferida?


Sayonara



Sayonara (1ºPrémio)



Montreal



Capela


Pigalle


Graciete

terça-feira, 18 de outubro de 2011

São Brás de Alportel



Em 1940, um número da Revista Turismo especialmente dedicado ao Algarve apresentava São Brás de Alportel como “ uma vila branca situada em pleno coração da serra”.

António Santos, autor do artigo, escrevia então que “ O seu grande cartaz de turismo é a paisagem de sonho que a rodeia, onde avultam cordilheiras cercadas por neblinas, desfiladeiros e vales profundos, castelos de nuvens e campos infindáveis onde florescem amendoeiras…”.

Era neste cenário encantado que se anunciava para breve a abertura da Pousada de São Brás de Alportel da qual se publicava o desenho mas cuja inauguração só viria a acontecer em 1944.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Hotel Toca do Coelho, hoje Dom José Beach Hotel

João Soares, diretor-geral do Dom José Beach Hotel em Quarteira, junta-se hoje à iniciativa Memórias do Turismo do Algarve partilhando connosco várias fotografias que nos mostram a época em que se deu o início de atividade daquela unidade hoteleira quando ainda se chamava Toca do Coelho.



1960-1961, início da tasca Toca do Coelho que daria origem ao hotel


1964 - inauguração do Hotel Toca do Coelho


1966 - Receção do Hotel Toca do Coelho


1968 - Na praia, frente ao que é hoje o Dom José Beach Hotel


1968 - Hotel Toca do Coelho, hoje Dom José Beach Hotel


João Soares (pai), dono do hotel, promovendo o Algarve


1964 - Praia de Quarteira


Nos anos 1960, a praia de Quarteira, frente ao Hotel Toca do Coelho - Dom José Beach Hotel