Desde o “É sempre tempo de Algarve!” dos anos 1970 até ao “Segredo mais famoso da Europa” que hoje se apregoa, o Turismo do Algarve publicita-se assim:
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
É sempre tempo de Algarve!
Desde o “É sempre tempo de Algarve!” dos anos 1970 até ao “Segredo mais famoso da Europa” que hoje se apregoa, o Turismo do Algarve publicita-se assim:
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
«As 1001 praias do Algarve»

* Estarão a partir de janeiro no blogue do Turismo do Algarve.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Vilamoura
Anúncio publicitário de Vilamoura, 1976 No quadro de forte desenvolvimento turístico internacional que então se iniciava, a Lusotur pretendia criar o mais completo e maior empreendimento turístico do país, com elevada qualidade, a nível europeu.
O plano de desenvolvimento inicial de Vilamoura foi evoluindo e foi-se adaptando aos novos tempos.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Festivais do Algarve
Cartaz do I Salão de Arte do Algarve, com a imagem oficial que promoveu os diversos eventos incluídos nos Festivais do Algarve de 1968Realizados pelo Gabinete de Desenvolvimento Turístico do Algarve, os Festivais incluíram nesse ano, a Festa do 1º de maio em Alte, as Festas dos Santos Populares de Olhão, espetáculos de folclore nacional e internacional, o I Salão de Arte do Algarve realizado em Faro, um concurso fotográfico, o II Concurso Internacional de Pesca Desportiva, disputado em Sagres e a I Exposição Nacional Canina do Algarve.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Boas Festas!




quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
«As 1001 praias do Algarve»
Praia da Marinha (Lagoa), eleita uma das «100 mais belas praias do mundo» pelos guias Michelin (foto Luís da Cruz)Entre paisagens de cortar a respiração, com extensos areais ou arribas altíssimas, rochedos cor de barro e um mar azul, as praias algarvias estendem-se ao longo de cerca de 200 quilómetros de costa e são a escolha ideal para umas férias revigorantes.
Este é o maior património natural da região e, para ajudar a preservá-lo, o Turismo do Algarve vai dedicar-lhe em 2012 uma nova iniciativa neste blogue com o sugestivo lema «As 1001 praias do Algarve».
Todos os dias apresentaremos uma praia, percorrendo a costa algarvia do sotavento ao barlavento, sem esquecer a costa Vicentina ou a ria Formosa.
Mas vocês também podem participar! Basta enviarem as fotografias ou histórias da vossa praia preferida para o e-mail blog@turismodoalgarve.pt e no final de cada semana divulgaremos as melhores participações no blogue e nas nossas redes sociais oficiais.
A iniciativa decorrerá em linha de janeiro a abril e insere-se no âmbito da eleição das «7 Maravilhas – Praias de Portugal®», passatempo que vai eleger as melhores praias do país em diversas categorias, incluindo praias urbanas, selvagens, de arribas, dunas ou uso desportivo.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Hoje, Centenário do Turismo exibe filmes sobre o Algarve
Imagem do filme "Algarve encantado"(1938), retirada do livro "Filmando a Luz" editado em 2007 pela Algarve Film Commission
Imagem do filme "Algarve encantado"(1938), retirada do livro "Filmando a Luz" editado em 2007 pela Algarve Film Commission
A série “Imagens de Portugal” prossegue, nesta quarta-feira, com a última sessão de dezembro, composta exclusivamente por filmes sobre a região do Algarve.
Durante o Estado Novo, as regiões tiveram um peso importante na organização administrativa do país e na retórica salazarista. Muitos filmes procuraram sintetizar as características “essenciais” de cada região e seria possível organizar várias sessões para quase todas elas. Esta sessão vale como “estudo de caso” e mostra como a representação cinematográfica de uma região se fez quase sempre através da acumulação de estereótipos: neste caso, o Algarve das mouras encantadas, das amendoeiras em flor e do turismo de massas.
de Armando de Miranda
Portugal, 1938 / 15 min
ALGARVE
de Faria de Almeida
Portugal, 1972 / 12 min, cor
ALBUFEIRA
de António de Macedo
Portugal, 1968 / 28 min, cor
Duração total da sessão: 55 min
Sessão apresentada pelo geógrafo José Manuel Simões.
Algarve: estância de inverno
Típicas chaminés algarvias, Quarteira, 1932
Ilustração de Roberto Nobre na contracapa do "Guia-Album do Algarve: Sotavento", 1932“Servido por magníficas estradas, em grande parte alcatroadas, resguardadas nos sítios mais perigosos e dotadas do relevé apropriado, se excluirmos Alcoutim, Odeleite e S. marcos da Serra, todas as outras povoações possuem fácil acesso por via ordinária e estão na grande maioria ligadas por carreiras constantes de camionetas, não sendo também para desprezar em quasi todas, as facilidades de comunicação que o caminho de ferro lhes oferece.”
“O Algarve tem ainda, disseminados por si, 5 ou 6 hotéis que permitem um aceitável passadio, restaurants que não envergonham e pensões sofríveis nalgumas localidades, garages de recolha de automóveis nas principais povoações (…). E tem sobretudo muita coisa digna de ser vista (…)”.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
"O Algarve visto pelas crianças"

Sabemos o quanto é crítica a influência das crianças na escolha que os seus pais possam fazer de destinos de férias. Os mais recentes estudos de marketing turístico demonstram isso mesmo e o Algarve, destino turístico ideal para famílias, não descura essa vertente, tendo até, em 2000, criado as mascotes Al & Tibi com o propósito de cativar este jovem público.
Postal de Natal das mascotes do Turismo do Algarve enviado aos membros do Clube Al&Tibi, anos 2000Fica aqui o registo do concurso “O Algarve visto pelas crianças” que começou por ser organizado pelo Serviço de Festivais da Secretaria de Estado de Informação e Turismo e passou depois a sê-lo pela Comissão Regional de Turismo do Algarve.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Aqui nasceu o "Trovante"
Ficava longe esse Algarve. Longe demais para quem tinha a sua base de férias, os tais quatro meses de praia, na maravilhosa Costa da Caparica de então.
Volta não volta, chegavam-me notícias desse distante território através dos poucos colegas que frequentavam o Sul de Portugal. Notícias de águas quentes e cristalinas, falésias que mergulhavam no mar abrindo bocarras profundas de luz mágica e irreal.
Em 76 lá fui País abaixo, arrastado pelos amigos e pela paixão. Era então Sagres o destino. Poucos eram os que lá arribavam. Os nativos, os veraneantes que havia anos tinham adoptado a Ponta como segunda casa, e os “pés descalços”, fossem eles alemães, holandeses, ingleses ou portugueses, que de tenda e mochila à costas protagonizavam um primeiro género de Low Cost.
“Liberdade. Liberdade” gritava-se então. E em nome dessa Liberdade plantávamos as tendas junto à linha de maré-cheia num cantinho da Mareta onde não atrapalhássemos ninguém. Fogueiras para cozinhar, fogueiras para aquecer, fogueiras para namorar, fogueiras para tocar. Mas a praia sempre impecável, coisa que hoje em dia com todas as restrições e regras não acontece. Nem em Sagres nem no Céu. Mas nós éramos assim. Amávamos demais essa liberdade para deixar marcas indesejáveis naquele palmo de paraíso. Cinquenta metros acima, o Mar à Vista oferecia as melhores Lulas recheadas do planeta, o medronho mais selvagem do sistema solar e a simpatia mais quente do Universo. Aí, todas as noites, cinco rapazes juntavam-se de guitarras, flautas e bongós em punho, esgrimindo canções, desfazendo o stock de medronho e cerveja suportado pelos proprietários, que rapidamente tinham compreendido o sentido da palavra simbiose. Sem qualquer tipo de compromisso ou contrato, a gente abancava, bebia e tocava, os clientes animavam-se e eles viam a sua casa composta e a transbordar de freguesia.
E assim, neste remoto e desconhecido Algarve, rampa de lançamento da Glória Marítima Nacional, nasceu o Trovante, de onde nasci eu e todos os outros que o inventaram.
Tantos anos passaram. Já perdi a conta aos dedos necessários para contar as vezes que voltei desde então, maioritariamente para tocar, ao Algarve que ficou mais perto, muito mais perto, mas que, mesmo assim, ainda consegue guardar os seus maravilhosos segredos mais escondidos.
E podem ter a certeza que não serei eu que os vou revelar.”

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Vale do Lobo
Imagem do site de Vale do Lobo
Algarve Golf Open, 1971. Imagem do site de Vale do LoboEm 1978 é Sander Van Gelder, um empreendedor holandês que também tinha descoberto os encantos do local, que dá continuidade ao sonho de Costain. Inicialmente Van Gelder tencionava adquirir um lote para uma moradia, mas acaba por ficar com todo o empreendimento mais os terrenos que permitem a expansão do complexo turístico e imobiliário ao longo das décadas de 1980 e 1990.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Turismo do Algarve
Na sua edição de abril-julho desse ano, a revista “Sol do Algarve” dava conta do aparecimento do novo organismo regional de turismo, dedicando cinco páginas ao assunto.A Comissão Regional de Turismo do Algarve (CRTA) veio substituir as anteriores Juntas de Turismo e Comissões Municipais de Turismo e foi inicialmente presidida pelo Dr. José Manuel Teixeira Gomes Pearce de Azevedo, anterior Presidente da Comissão Municipal de Turismo de Portimão.
Sede do Turismo do Algarve, inaugurada em 1993O que muitos poderão desconhecer é que nos seus primeiros anos de existência o Turismo do Algarve também teve a missão de levar a cabo o plano de infraestruturas urbanísticas da região. É por isso que ao percorrer as ruas de algumas localidades algarvias ainda nos podemos deparar com equipamentos de saneamento básico identificados como CRTA.





















