
Nota:

Para nós, portugueses, a laranja faz parte do nosso dia à dia e não nos damos sequer ao trabalho de pensar nem nas suas origens, nem no bem ou no mal que nos pode causar a sua ingestão.

As praias portuguesas representadas no «Top 25» são todas da costa algarvia. «Surpreendentes penhascos de várias matizes» (Albufeira), «enseadas reservadas» (Alvor) e uma «sucessão costeira de lindas praias» (Lagos) encantaram turistas de todo o mundo.
O TripAdvisor gere 18 sites de viagens em 30 países, recebe cerca de 65 milhões de visitantes por mês e oferece mais de 50 milhões de reviews para ajudar a planear as férias dos viajantes.

Hoje é o Dia Mundial das Zonas Húmidas, designado pelo Comité Permanente da Convenção Ramsar, em comemoração da assinatura sobre Zonas Húmidas em Ramsar, Irão, em 1971 (Portugal assinou a Convenção a 09 de outubro de 1980).
Para 2012, o tema escolhido para o Dia Mundial das Zonas Húmidas é o Turismo em zonas húmidas: uma grande experiência.
A diversidade da natureza é, definitivamente, uma das maiores riquezas do Algarve e, por isso, não poderiam deixar de integrar os sítios Ramsar a ria Formosa, a ria de Alvor e o sapal de Castro Marim.
O Parque Natural da Ria Formosa é um sistema lagunar único e em permanente mutação, devido ao contínuo movimento de ventos, correntes e marés. Este presente da natureza, com cerca de 18 mil hectares, faz a transição entre a terra e o mar ao longo de 60 km do sotavento litoral algarvio. O flamingo, a águia de asa redonda, a galinhola e o guarda-rios são as espécies de aves mais habituais, mas o símbolo do parque é o caimão-comum ou galinha-sultana, uma espécie rara que, em Portugal, existe e reproduz-se exclusivamente nestes lagos.
A ria de Alvor é um dos espaços escolhidos por diversas espécies de aves para nidificar e onde se pode seguir a incrível beleza do seu voo. Aninhada entre Portimão e Lagos, é a mais importante zona húmida do barlavento algarvio, um complexo lagunar que abrange 1400 hectares, formado por sapal e dunas, que fazem da ria um observatório de aves privilegiado.
A Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António é um habitat natural para um elevado número de espécies e abriga, durante todo o ano, 153 espécies diferentes, que incluem flamingos, cegonhas, alfaiates, pilritos, borrelhos e pernas vermelhas. Formada por sapais, salinas e esteiros, com zonas secas de xistos, grés vermelho, areias e arenitos esta reserva é ainda um paraíso botânico devido à grande riqueza da flora, que conta com mais de 400 tipos de plantas.
A prática de atividades turísticas em zonas húmidas proporciona benefícios a nível local e nacional para as pessoas e para a vida selvagem, que vão desde o fortalecimento das economias até aos meios de vida sustentável, populações saudáveis e ecossistemas prósperos. Pelo menos 35 por cento dos sítios Ramsar em todo o mundo experimentam algum grau de atividade turística, e essa percentagem mantém-se igual em todas as regiões. No entanto, o turismo é apenas um dos múltiplos serviços prestados pelas zonas húmidas. Ao garantir boas práticas de gestão turística, dentro e em redor das zonas húmidas, e educando os turistas para o seu valor, contribuímos para a saúde das zonas húmidas e para os benefícios a longo prazo que estas trazem para as pessoas, vida selvagem, economia e biodiversidade.
Curiosidade:
Muitas são as definições para o termo “Zonas Húmidas”. No entanto, a Convenção sobre Zonas Húmidas adotou uma extremamente ampla, considerando-as “áreas de sapal, paul, turfeira ou água, sejam naturais ou artificiais, permanentes ou temporários, com água que está estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo águas marinhas cuja profundidade na maré baixa não exceda os seis metros”. A última revisão à convenção acrescenta ainda que estas zonas “podem incluir zonas ribeirinhas ou costeiras a elas adjacentes, assim como ilhéus ou massas de água marinha com uma profundidade superior a seis metros em maré baixa, integradas dentro dos limites da zona húmida”.
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Podendo escolher os troços que mais interessam, e percorrê-los ao nosso ritmo, vai-se passando por zonas de produção de cortiça, aldeias típicas e apreciando a vegetação, onde não faltam os cheiros a alecrim, rosmaninho, funcho, tomilho, esteva e urze, as árvores e arbustos como medronheiros, figueiras, amendoeiras, alfarrobeiras e sobreiros, que fornecem a matéria-prima para os doces e licores típicos do Algarve.
Os percursos começam e acabam em localidades com alojamento e restauração, tudo pensado para o bem-estar dos caminhantes e amantes da natureza.
Para não descurar a preservação dos trajetos que integram a Via Algarviana, será organizada uma ação de voluntariado para manutenção do setor 9 – São Bartolomeu de Messines a Silves – no próximo dia 12 de fevereiro. Quem estiver interessado em participar, deverá inscrever-se para o e-mail lbom@almargem.org.
E para os que não querem perder a oportunidade de conhecer esta grande rota, a 5.ª travessia da via vai ser efetuada em breve, no sentido do cabo de São Vicente a Alcoutim. Ficam as datas:
24 de março a 06 de abril – modalidade pedestre
27 de março a 06 de abril – modalidade pedestre com burros de carga
02 a 06 de abril – modalidade de BTT







Para confecionar este prato rústico e simples precisamos de 1 repolho, 1 orelha de porco, 250 g de carne de papada, 250 g de toucinho entremeado, 2 ossinhos com carne, 1 chouriça de carne.
