- do Guadiana ao Nordeste

- do Barrocal à Serra do Caldeirão

- da Costa Vicentina a Monchique

Curiosos? Façam aqui o download das brochuras, deixem-se seduzir e partam à aventura!







CNRLI de Silves - imagem daqui








Notas:
De modo a contribuir para a preservação do local, o cordão dunar deverá ser atravessado utilizando os passadiços existentes.
Acesso viário alcatroado a partir da EN 125, seguindo na direção de Altura durante cerca de 1 km. Diversos equipamentos de apoio (restaurantes e WC) e vigilância durante a época balnear. Praia Acessível. Orientação: sudeste.


Praia da Ilha de Tavira - Ria 
No rés do chão do edifício encontramos o Posto de Turismo, e nos pisos superiores do edifício o núcleo islâmico do Museu Municipal de Tavira, onde ficará exposta boa parte dos materiais turdetanos que foram encontrados no local e vestígios islâmicos recolhidos noutros pontos da cidade.

O Vaso de Tavira, datado do século XI (período das Taifas), será a joia da coroa do Núcleo Islâmico, através do qual será contada parte da história da cidade. Esta peça cerâmica, reconhecida como fundamental para a História pelo seu bom estado de conservação, ficará no primeiro piso do museu, bem perto do local onde foi originalmente encontrado, em 1996.

Manuel e Maria Maia, os arqueólogos que o encontraram, explicam que o vaso islâmico de Tavira deverá ter sido uma peça que foi jogada para o lixo, já que, à data, no século XI, teria perdido todo o valor para os seus proprietários.
Junto ao vaso encontraram ainda um prato decorado em corda seca integral, além de um outro prato onde constava a fórmula islâmica «não há Deus, senão Deus / Não há Alá, senão Alá». Estes dados que permitiram a datação do Vaso de Tavira, que se revelou desde logo um verdadeiro quebra-cabeças para os arqueólogos, por não haver paralelos para uma peça assim.
O Núcleo Islâmico apostará ainda na interpretação da muralha da cidade, que estará a descoberto.
Curiosidade:
O que é o Vaso de Tavira? Há diferentes opiniões quanto à funcionalidade e datação do Vaso de Tavira, embora os arqueólogos que o descobriram e investigaram – Maria Maia, Manuel Maia e Cláudio Torres – considerem que se trata da representação simbólica de um rapto nupcial, servindo a peça de dote para o casamento. Estima-se que o vaso corresponda a uma produção dos finais do século XI ou inícios do século XII.





Praia Grande e Praia da Angrinha
Praia Grande
O projeto da rota Vicentina consiste numa grande rota de percursos pedestres, promovido pela Associação das Casas Brancas, com trilhos que se estendem por mais de 300 quilómetros entre Sagres e Santiago do Cacém.
A rota é composta por dois trajetos: o percurso histórico, pelo interior, que atravessa as principais vilas e aldeias, e o percurso junto ao litoral que passa pelas praias e falésias, percorrendo todo o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.


Notas:
Sendo a alimentação uma manifestação cultural dos povos, verifica-se que, no Algarve, os hábitos alimentares são vincadamente mediterrânicos, refletindo precisamente as influências já referidas bem como as condições naturais e o clima temperado da região.
A Dieta Mediterrânica é considerada como um estilo de vida das populações do sul da Europa e norte de África. Utiliza essencialmente produtos locais como o azeite, pão e cereais, legumes e frutos da época, peixe e frutos secos. É considerada pelos nutricionistas como sendo preventiva de diversas doenças cardiovasculares e cancerígenas. Está ainda associada a tradicionais formas de convívio e celebração que representam expressões particulares do Património Cultural Imaterial.
A candidatura portuguesa, representada pela cidade de Tavira, encontra-se explicada neste vídeo promocional editado pela autarquia: