terça-feira, 27 de agosto de 2013

Cinco experiências imperdíveis em Quarteira (e arredores)

Quarteira, antiga aldeia de pescadores, é hoje uma cidade cosmopolita e um dos principais centros turísticos do Algarve. Do seu posto de turismo chegam-nos cinco sugestões de experiências imperdíveis para quem a procura.


1-Visitar as ruínas romanas do Cerro da Vila

As ruínas romanas do Cerro da Vila, localizadas em Vilamoura, integram o que terá sido, entre os séculos I e III, uma villa rústica rodeada de campos férteis. Essa casa de campo com termas particulares bem como os balneários públicos que existiram no local eram abastecidos de água a partir de uma barragem construída a cerca de 2 km de distância.

 
Créditos fotográficos: http://www.vilamoura.pt/ e Turismo do Algarve


Os mosaicos que se podem observar na estação arqueológica do Cerro da Vila testemunham o luxo da decoração daquela casa nobre da qual restam vestígios da sala de receção, dos quartos, da cozinha e das áreas de serviço de servos e escravos, que incluíam um cryptoporticum.


As ruínas romanas do Cerro da Vila estão classificadas como imóvel de interesse público e além dos vestígios da villa, dos balneários, dos tanques de salga de peixe e das fundações de uma torre funerária, dispõem também de um museu.


2- Seguir os trilhos de natureza na Quinta do Lago

É inevitável recomendar um passeio pelos trilhos da Quinta do Lago, parte integrante do Parque Natural da Ria Formosa que constitui um destino de luxo para os observadores de aves e amantes das caminhadas, não só pela diversidade de espécies que aqui ocorrem, como pelas condições criadas para a sua apreciação.

 
Créditos fotográficos: Luisa Correia


Chegados ao parque de estacionamento junto à ponte de madeira que permite o acesso à praia, existem dois percursos sinalizados: o trilho São Lourenço para leste e o trilho Quinta do Lago na direção oeste.


3- Divertir-se em família no Family Golf Park

Family Golf Park é um espaço de lazer onde os adultos e as crianças podem experimentar as emoções do Super Mini-golfe e fazer uma “viagem” à época romana.


Créditos fotográficos: Family Golf Park

Possui uma área rodeada de espaços verdes, dois percursos de mini-golfe de 18 buracos, esplanadas e um espaço infantil onde também se realizam festas de aniversário. Além disso, também é possível visitar Vilamoura numa viagem proporcionada pelo comboio turístico do parque.


4 – Assistir às marchas dos Santos Populares

Um dos mais bonitos e elaborados desfiles de Santos Populares em Portugal tem em Quarteira o seu palco principal.  Por isso não se podem esquecer de a visitar em junho de modo a poderem assistir na marginal, nos dias 12, 23 e 28, ao desfile de centenas de marchantes em representação das diversas ruas da cidade. Vão ver que se encantam com o seu rico colorido, as suas músicas e coreografias.


Créditos fotográficos: Planetalgarve


5- Participar na Festa da Nossa Senhora da Conceição (padroeira de Quarteira)


Há outra data que devem apontar na vossa agenda: é o dia 8 de dezembro, quando a cidade de Quarteira recebe a sua mais importante festa religiosa. Trata-se da festa em honra de Nossa Senhora da Conceição, padroeira dos pescadores e de Portugal.


Créditos fotográficos: Câmara Municipal de Loulé e Junta de Freguesia de Quarteira

O ponto alto desta celebração é a viagem por mar da Padroeira, seguida pelos barcos engalanados ao mesmo tempo que a procissão em terra a acompanha ao longo da praia.

E para quem quiser sugestões adicionais, basta contactar o Posto de Turismo de Quarteira ou um dos restantes postos de informação turística disponíveis no Algarve.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Bilhete-postal: praia dos Três Irmãos - Alvor


O tempo é de praia, por isso trazemos hoje a esta rubrica uma vista da praia dos Três Irmãos – Alvor, num postal ilustrado que não nos indica data de edição mas que estimamos situar-se pelos anos 60/70 do século passado. 

Ontem como hoje, este é um local onde apetece estar.

Nota: Coleção Portugal Turístico

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

“Jukebox” algarvia

Parece que quem cá entra é bafejado pela inspiração. Realmente, o Algarve já foi cenário de centenas de filmes pelas suas paisagens ou pela luz especial que tantos lhe gabam. Já serviu de «modelo» a pintores ou fotógrafos e já deu o empurrãozinho à criatividade de grupos que aqui compuseram canções dos estilos mais variados. Hoje é dia de revisitarmos as músicas e os videoclips desses grupos – a lista não é perfeita e muito menos exaustiva, mas é uma boa banda sonora para este texto. 

Corridinho. Rock. Pop. Jazz. Clássica. O Algarve inspirou canções de géneros musicais diferentes ao longo do tempo, umas mais conhecidas, outras nem tanto (diz-nos o ouvido atento). Teve influência no «Picadinho do Algarve», tema do compositor e acordeonista algarvio João Barra Bexiga que criou quase 300 músicas para o instrumento de fole e palhetas metálicas, e ainda no (quem diria?) «Yesterday» dos Beatles. Nós explicamos: consta que a letra deste clássico do grupo-fenómeno de Liverpool terá sido escrita por Paul McCartney a caminho de umas férias no Algarve. 


Capa do álbum «Penina»


Ainda Paul McCartney. Em 1968, o músico inglês compôs espontaneamente o tema «Penina» numa noite de convívio no bar do Hotel Penina, em Alvor, acabando por oferecê-lo à banda portuguesa Jotta Herre que ali tocava. Os Jotta Herre gravaram o disco «Penina» em 1969 e no mesmo ano foi lançado outro disco com a canção, desta vez na voz de Carlos Mendes, que acabaria por popularizá-la. 

Em 1976, seria Zeca Afonso a eternizar a população de pescadores andarilhos que chegaram a Lagos na década de 50 à procura de trabalho. Fixaram-se na Meia Praia, sítio de peixe em abundância mas onde faltava habitação. Os pescadores originários de Monte Gordo improvisaram então casas de colmo nas dunas cujo aspeto lhes valeu a alcunha de índios. «Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana», verseja Zeca na canção «Os Índios da Meia Praia», incluída no álbum «Com as Minhas Tamanquinhas». 


Capa do álbum «Ring of Changes»


Quatro anos mais tarde, em 1980, o Algarve dava origem à balada «Paraíso dos Cavalos» dos Barclay James Harvest. Foi durante umas férias com a família na Quinta do Lago que o músico John Lees compôs o tema do álbum «Ring of Changes», depois de ter frequentado o centro hípico «Paraíso dos Cavalos» e de ter ficado com boas recordações do lugar. 


Capa do álbum «Silêncio»


Mais próximo da atualidade está o nome de Pedro Abrunhosa e a canção «Algarve», faixa escondida do álbum «Silêncio», de 1999: «Da chuva faço mil estradas de vidro/ E o meu carro a rolar/ No ar o cheiro do destino/ No chão a pele quente/ Do Algarve a acordar». 

Continuamos em português, agora com os GNR e a sua «6.ª feira (um Seu Criado)» que nos fala, no início, de uma noite bem animada (na falta de melhor palavra) em Albufeira. O tema é de 2002 e pertence ao álbum «Do Lado dos Cisnes». 

E se a atenção dos GNR vai para Albufeira, a de Luís Represas fica em Vila do Bispo com a música «Sagres» de 2008, onde se canta: «Sagres/ Tu sabes/ Como se arma um coração/ Agarramos uma vida/ Desatamos a paixão». 

Mudamos agora a melodia da jukebox para o registo clássico. Em 2009 nasce a «Suite das Descobertas», uma peça sinfónica de seis andamentos que exalta o papel do Algarve num dos mais marcantes episódios históricos do país – os Descobrimentos. Foi apresentada em estreia absoluta na região pela Orquestra do Algarve (hoje Orquestra Clássica do Sul) e tem autoria do maestro, pianista e compositor Armando Mota, que a criou «depois de passar horas infinitas em Sagres a ouvir o barulho do silêncio e a música do mar», como o próprio conta. 


Capa do álbum «As pequenas gavetas do amor»


Atenção ao jazz. Sim, o Algarve também tem dedo neste género musical sincopado e em parte improvisado. De 2011 é o álbum «Flajazzados», um projeto liderado por Zé Eduardo (contrabaixista, compositor e pedagogo radicado no Algarve há vários anos) e que tem a participação especial de Viviane. Viviane que, por sua vez, é algarvia e por cá tem composto e filmado, na versão videoclip, muitas canções entre as linguagens do fado e do tango. Veja-se por exemplo «Não Apagues o Amor», de 2011, ou «O Tempo Subitamente Solto Pelas Ruas e Pelos Dias», de 2012. 

Bem, e depois há, claro, uma série de grupos mais recentes que não só residem na região como fazem dela parte do seu processo criativo: oLudo, João Lum e os Nome são apenas três dessas formações musicais.

Podíamos ainda ter falado dos Íris, do Ricardo Coelho Project, da banda Bubblebath e de tantos (imensos) outros que nos dão música de uma maneira ou de outra ligada ao Algarve. Mas a lista já vai longa e assim podem vocês adicionar-lhe os nomes em falta. Se precisassem de um pretexto para remexerem nos CD, nos discos ou nos canais Web com as «modas» inspiradas no Algarve, este era o ideal. Então usem-no e, já agora, partilhem depois connosco as canções e os grupos de que se lembraram e que não referimos aqui. Sim?

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Época balnear prolongada no Algarve



A época balnear prolonga-se até outubro em 25 das 110 praias de banhos do Algarve, e o destino atravessa a época alta de verão com 69 praias e 4 marinas com «Bandeira Azul», símbolo de referência da qualidade ambiental, 83 praias distinguidas pela Quercus com «Qualidade de Ouro», 43 com bandeira branca símbolo de «Praia Acessível» e 32 postos de enfermagem na praia distribuídos ao longo da costa algarvia.

Contas feitas, são 341 motivos extra para prolongar os dias quentes das férias nos areais da região.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

No verão, vamos para… o campo

Não há muito tempo, falámos aqui de dois projetos que exploram espaços de turismo aliados ao cultivo no Algarve. Pois a esses acrescentamos outros dois que apesar de não fazerem da agricultura um meio complementar de negócio, têm uma forte ligação à terra. A Companhia das Culturas, em Castro Marim, e o Monte da Lua, em Estoi, são unidades de turismo rural procuradas por quem quer fugir às multidões e à correria urbana. De diferente, prometem a calmaria do interior algarvio e experiências próximas do familiar, com pequenos-almoços à base de produtos locais e mimos abundantes para os hóspedes (eles até podem participar na apanha da alfarroba e do albricoque...). Vamos conhecê-los agora, mas antes avisamos: a azáfama fica à porta.



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

As novas lembranças algarvias

Não queremos que vos soe piroso dizermos que deviam levar uma lembrança do Algarve antes de regressarem a casa depois das férias na região. Só que achamos mesmo isso. Claro que têm as fotografias que tiram enquanto aqui estão – e essas conseguem congelar (no tempo) até o momento mais quente do vosso verão –, mas falamos de outra coisa: uma que vos recorde de nós mais tarde enquanto leem um livro, abrem uma gaveta cheia de roupa ou cozinham um bom petisco. É nos nossos postos de turismo que a encontrarão, então não há alternativa a não ser darem lá um pulo e vasculharem os produtos-lembrança algarvios nas prateleiras. Ah! Tudo isto a propósito dos novos artigos que temos à venda, estes, aqui em baixo.


Saquinhos de cheiro (5 €), panos de cozinha (6 €), marcadores de livros (5 €) e almofadas terapêuticas (20 €), artigos que a "Suspiro d'Algodão" criou especialmente para nós. Estão à venda nos postos de Tavira, Faro, Silves, Albufeira e Lagos.


Aguardente de medronho LUZ (entre 4 € e 24 €, consoante o tamanho) e melosa LUZ (entre 4 € e 16 €), à venda nos postos de Tavira, Faro, Albufeira, Alcoutim e Lagos. Créditos fotográficos: emFaro


Marcadores de livros Sardinhas-Algarve da "Era uma Vez um Botão". Custam 4 € e estão à venda nos postos de Faro, Tavira, Albufeira, Silves e Lagos.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O que há para fazer em agosto no Algarve?

O verão é sol e praia, mas também animação. Pelo menos no Algarve, que programou o vosso querido mês de agosto com concertos, festas de sardinha (sim, no plural), feiras temáticas medievais e de artesanato e festivais dedicados ao marisco. Nem uma procissão escapa ao cartaz estival, que quer encher o vosso tempo livre e o dos turistas que fazem férias na região. Preparem-se: a lista é grande. 


Créditos fotográficos: Filipe da Palma / CM de Portimão

A programação arranca com um evento pensado para os fortes apreciadores da sardinha. De 01 a 11, estará instalado um tradicional arraial algarvio na zona ribeirinha de Portimão com bailarico para dar ritmo a quem estiver a comer aquele peixe assado. No pão ou no prato, com batata cozida ou salada montanheira a acompanhar, o que importa aqui é saciar a fome de sardinhas, o maior ícone gastronómico da cidade portimonense. A Festa da Sardinha começa às 21h00. 

No dia 02 (e até 04 de agosto), o prato principal é outro: o frango da Guia, que por ser tão famoso merece a organização de um evento em nome próprio, a Festa do Frango da Guia. Já vai na 26.ª edição e levará a partir das 19h00 ao Polidesportivo do Guia Futebol Clube, em Albufeira, centenas de pessoas que partilham o gosto de comer frango assado na brasa. 

De Albufeira, parte-se agora para Loulé e Silves para outros programas, afinados para quem aprecia música jazz e viagens no tempo até séculos distantes. Entre 02 e 04 de agosto, o Festival Internacional de Jazz de Loulé explorará um repertório jazzístico tão diferente quanto os grupos que passarão pelo parque municipal, onde acontecem os concertos. No Projet, Ricardo Coelho Project, Quinteto Desidério Lázaro, Paulo Luz, Anna Maria Jopek e Betty M. Quartet são os nomes escolhidos para esta edição do festival, sob a direção artística de Mário Laginha. 


Créditos fotográficos: CM de Silves

Também com início no dia 02, a Feira Medieval de Silves chegará ao centro histórico da cidade com dez dias de recriação histórica do período medieval da antiga capital do reino do Algarve. E o que acontecerá? Dois torneios a cavalo por dia, um espetáculo teatral no castelo e muita dança e animação numa feira que funcionará das 18h00 à 01h00 de segunda a sexta e das 18h00 às 02h00 aos fins de semana. Termina a 11 de agosto. 

Para quem não teve oportunidade de saborear as sardinhas em Portimão, haverá mais uma boa hipótese de o fazer, desta vez em Albufeira. A Festa da Sardinha de Olhos de Água ocupará o largo dos Pescadores com quilos e quilos do delicioso peixe para os mais comilões. Tem lugar de 08 a 11, com entrada livre.

Entretanto continua a decorrer o Verão em Tavira, um acontecimento cultural gigante que engloba este mês quatro concertos de música portuguesa no parque do Palácio da Galeria (Orquestra do Algarve com Amor Electro, dia 9, Helder Moutinho, dia 16, JP Simões, dia 24, e Entre Aspas, dia 30), mostras de cinema no Convento do Carmo (de 02 a 12), exposições no Palácio da Galeria e feiras de ofícios (de 07 a 15) e de antiguidades e velharias (de 17 a 27) na rua do Cais. 

Em Lagos, o desafio é não perdermos a nossa atenção no meio do artesanato e da doçaria local na Feira de Tradições e Artes do Algarve. Estará no parque urbano de Bensafrim e traz-nos ainda gincanas, demonstrações de equitação, de petanca ou futsal e jogos típicos no picadeiro. Decorre de 09 a 11 e tem entrada livre.


Créditos fotográficos: Festival do Marisco

Reparemos agora nesta lista: camarão, conquilha, amêijoa, percebe, santola, búzio e ostra. Já deu para perceber quem são os protagonistas do próximo evento, o Festival do Marisco. Os melhores bivalves e mariscos da ria Formosa, confecionados das mais diversas maneiras, estarão prontos para a degustação entre 10 e 15 de agosto. A música estará a cargo de Tony Carreira, Carminho, Xutos & Pontapés, João Pedro Pais, U2UK e um cantor revelação, que atuarão no Jardim do Pescador Olhanense. 


Créditos fotográficos: CM de Albufeira

A agenda reserva-nos ainda uma festa religiosa em honra da Nossa Senhora da Orada, em Albufeira, com uma missa na Igreja Matriz seguida de procissão até à praia dos Pescadores, no dia 14. E reserva-nos muita dança tradicional no Festival Internacional de Folclore de Faro (Folkfaro), entre 16 e 24. O festival volta à doca de Faro com grupos de vários países e continentes para colorir a cidade com dança, cantares e trajes populares. A gala de abertura é no dia 16, no Teatro das Figuras. 

E entre os dias 16 e 25, é tempo de Fatacil, um dos certames generalistas mais importantes do Sul do país. Além do artesanato e dos produtos tradicionais, haverá música no Parque de Feiras e Exposições de Lagoa, com Entre Aspas, The Gift, Herman José e Orquestra, José Cid, Vol. 2/Os Azeitonas, Miguel Gameiro, Emanuel, Expensive Soul, João Pedro Pais e Pedro Abrunhosa, assim mesmo, por esta ordem. 


Créditos fotográficos: CM de Castro Marim

De Lagoa para Castro Marim, partimos para quatro dias e quatro noites de Idade Média: os Dias Medievais vão fazer recuar a vila até uma época habitada por reis e rainhas, nobres, monges, cavaleiros destemidos e monstros. Entre 22 e 25, no castelo e na vila de Castro Marim, os serões serão animados com torneios, jogos tradicionais, animações de rua e execuções de tarefas da época. 

Para retemperar forças depois de tanta animação, nada melhor que um evento gastronómico para rechear a barriga de sabores do mar. O Festival do Percebe acontece de 23 a 25 em Vila do Bispo e tem como protagonista o percebe, como o nome indica. Mas ele não estará sozinho à mesa: lapas, burgaus, mexilhões e moreia frita são outras variedades presentes no certame. 


Créditos fotográficos: CM de Loulé

O cartaz do mês encerra em grande, com a novidade do regresso da Noite Branca de Loulé. Depois de dois anos de interrupção, este evento que tem como objetivo fazer a despedida do verão volta às ruas de Loulé com música, animação de rua, moda, pintura e artes plásticas, sob o mote do branco. A não perder no dia 31. 

Todos estes momentos de animação estão integrados no folheto «Algarve com Eventos» que visa juntar a programação das Câmaras Municipais e de outras entidades algarvias num guia em formato de bolso que facilitará a pesquisa de quem procura o que há para fazer na região. O folheto pode ser encontrado nos postos de turismo do Algarve e está disponível para download aqui

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Quais os «monumentos nacionais» no Algarve?

Cruz de Portugal, Silves (foto daqui)


O Algarve tem 26 monumentos classificados na categoria de «monumento nacional», divulgou recentemente a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC). Em todo o território continental há 803 monumentos nacionais, entre 3811 imóveis classificados no total.

Os imóveis podem ser classificados como «monumento nacional», de «interesse público» e de «interesse municipal», tendo em conta «o valor histórico-cultural, estético-social, técnico-científico, de integridade, autenticidade e exemplaridade», esclarece a DGPC.

O castelo de Castro Marim, as ruínas romanas de Milreu, em Estói (Faro), o arco da Vila (Faro), os monumentos megalíticos de Alcalar (Portimão), a cruz de Portugal (na foto) e o castelo de Silves, a igreja de Santa Maria do Castelo (Tavira), a fortaleza de Sagres (Vila do Bispo) e os monumentos da quinta da Nora e da herdade da Marcela (Vila Real de Santo António) estão entre os monumentos classificados há mais tempo – desde 1910.

Na região existem ainda 96 imóveis classificados de «interesse público» e 24 de «interesse municipal». Ao todo, são 146 boas razões para sair de casa e conhecer um pouco da história do Algarve.


Monumentos classificados no Algarve na categoria de «monumento nacional»

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Fintar o calor… nas igrejas

Ora aqui está uma proposta que foge ao habitual da época estival: abrigarem-se do calor no interior fresco de uma igreja e ao mesmo tempo conhecerem a sua história. Isto é o que sugere a Câmara Municipal de Tavira, que abriu de propósito, e em horário especial, algumas das suas ermidas, igrejas e capelas para que as possam conhecer até 2 de setembro. 


Créditos fotográficos: F32

De segunda a sexta-feira, entre as 10h15 e as 12h30 e as 14h30 e as 18h00, poderão visitar o seguinte património religioso: Igreja Matriz de Santiago, Igreja do Antigo Convento de Nossa Senhora da Ajuda (ou de São Paulo), Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, Ermida de São Sebastião, Ermida de Santa Ana, Capela de Nossa Senhora da Piedade, Capela de Nossa Senhora da Consolação, Igreja Matriz de Santa Maria do Castelo, Igreja de Nossa Senhora do Livramento, Igreja de São Francisco, Igreja de São José e Igreja da Misericórdia.